“Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra em uma das mãos e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.
Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou:
- Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?
- É estranho, respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.
Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor. Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou:
- Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?
- Estou contente que me tenha feito essa pergunta, disse o viajante, porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo.
Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves. Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas desnecessárias cargas. E ele foi abandonando uma a uma. Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.
Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora? Não! Era a falta de consciência da existência delas. Uma vez que as viu como cargas desnecessárias, livrou-se delas bem depressa e já não se sentia mais tão cansado.
Esse é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de se estranhar que estejam tão cansadas.
Temos que prestar atenção às cargas que roubam nossas forças e energia: pensamentos negativos, culpa, falta de perdão, mágoa, ciúmes, sentimentos de ódio, vingança, autopiedade…”
Autor desconhecido
FONTE: Golfinho.com.br

“Nestes últimos trinta anos, testemunhamos um fato único na história da humanidade: temos hoje acesso a todas as culturas do mundo. No passado, se você tivesse nascido, por exemplo, na China, provavelmente teria de passar toda a sua vida numa mesma cultura, muitas vezes numa mesma província e, outras ainda, numa mesma casa, vivendo, amando e morrendo num mesmo pequeno quinhão de terra. Mas hoje, não apenas as pessoas se movimentam geograficamente, mas também podem estudar, e de fato estudam, praticamente todas as culturas conhecidas que existem no planeta. Na aldeia global, todas as culturas estão expostas umas às outras.
O próprio conhecimento é hoje global. Isso quer dizer que, também pela primeira Vez, a soma total do conhecimento humano está hoje à nossa disposição - o conhecimento, a experiência, a sabedoria e a reflexão de todas as grandes civilizações humanas, pré-modernas, modernas e pós-modernas - para ser estuda da por qualquer pessoa interessada.
O que aconteceria se tomássemos literalmente tudo o que as diversas culturas nos têm a dizer a respeito do potencial humano - sobre desenvolvimento espiritual, desenvolvimento psicológico e desenvolvimento social - e colocássemos à mesa? Se tentássemos encontrar as chaves realmente imprescindíveis ao desenvolvimento humano, com base na soma total do conhecimento humano que temos hoje à nossa disposição? E se tentássemos, com base em amplos estudos interculturais, fazer uso de todas as grandes tradições do mundo para criar um mapa complexo e inclusivo, um mapa todo-abrangente ou integral, que abarcasse os melhores elementos de cada uma delas?
Parece complicado, complexo, assustador? E, em certo sentido, é tudo isso. Mas por outro lado, os resultados mostram-se surpreendentemente simples e claros. Nas últimas décadas, vem de fato ocorrendo uma ampla procura por um mapa que seja capaz de abarcar todos os potenciais humanos. Esse mapa leva em conta todos os sistemas e modelos conhecidos de desenvolvimento humano - desde os xamãs e sábios da antiguidade até as grandes descobertas atuais da ciência cognitiva - e decompõe seus principais componentes em cinco fatores simples, fatores esses que são elementos essenciais ou chaves que destravam e impulsionam a evolução humana.
Bem-vindo à Abordagem Integral.”
FONTE: A Visão Integral (Ken Wilber) - Ed. Cultrix
Por Paulo Brindeiro
Esse curso, como o nome sugere, visa desmistificar a ideia de que o ‘estado de gênio’* é somente para ‘os mais iguais’. Qualquer pessoa normal pode realmente desenvolver seus estados de gênio, desde que atenda aos pré-requisitos que tais estados requerem. O objetivo principal do curso é, portanto, facilitar a descoberta pelo participante de seu gênio pessoal.
Através do modelo metaestados, Dr. Michael Hall criou procedimentos práticos para a instalação, no sistema mente-corpo dos participantes, dos componentes básicos desses estados.
O estado de gênio se caracteriza por um intenso engajamento numa atividade ou experiência, por uma atenção concentrada num determinado assunto, um foco tipo raio laser em algo. Essa condição faz com que a pessoa esqueça tudo o mais e se dedique exclusivamente ao objeto de seu interesse. O estado de gênio faz a pessoa esquecer de si mesmo, do tempo, do mundo, e ser uma só coisa - ele e sua experiência.
Não basta, contudo, essa identificação plena da pessoa com o objeto de seu interesse. Um estado de gênio sadio requer que a pessoa tenha a capacidade de entrar e sair dele, sem levar nada quando sair, nem tampouco trazer nada de fora para dentro dele. O modelo metaestados, como um modelo que corresponde aos níveis mais elevados da mente, permitirá aos participantes comissionar seus estados executivos a desempenhar o papel de decidir quando sair e entrar em seus estados de gênio.
Para atingir o objetivo principal do curso, é fundamental que os participantes conheçam o modelo metaestados. Daí porque um segundo objetivo do curso é apresentar aos participantes esse modelo.
Depois de demonstrar as bases conceituais e teóricas do que vem a ser um meta-estado, Dr. Hall proporá aos participantes uma série de exercícios práticos. O primeiro deles será, naturalmente, o procedimento básico de aplicação de metaestados.
Já conhecendo como aplicar metaestados em si mesmos e, eventualmente noutras pessoas, se sucederão diversos outros procedimentos com o intuito de implantar aqueles estados que correspondem aos pré-requisitos do estado gestáltico de gênio. Estado gestáltico porque ele é mais do que a soma de seus componentes.
Assim, os participantes aprenderão, através da aplicação de metaestados, a desenvolver estados como: aprendizagem acelerada, zona de poder, mudança de crenças, aceitação e apreciação do self, memória muscular, postura intencional, congruência, aumento do prazer, diminuição do prazer, etc.
Através desse curso, os participantes adquirirão o conhecimento essencial do modelo metaestados, modelo que constitui a base inicial da neurossemântica, a qual representa um passo além da PNL.
(*) A expressão “os mais iguais”, vem do livro ‘A Revolução dos Bichos”, de George Orwell, que representa uma crítica ao stalinismo. É a história da revolta dos animais, que assumem a direção da fazenda e estabelecem como regra maior a de que ‘todos os animais são iguais’. No entanto, após certo tempo, a regra sofre um ‘ajustamento’: passa a ser “todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais…”
Poema do Livro “There’s a Hole in my Sidewalk”
(”Existe um Buraco na minha Calçada”) de Porscha Nelson.
Capítulo 1
Eu ando rua abaixo.
Existe um buraco fundo na calçada.
Eu caio.
Eu estou perdido. Eu estou desamparado. Isto não é minha culpa.
Leva um tempão par achar o caminho de volta.
Capítulo 2
Eu ando na mesma rua .
Existe um buraco fundo na calçada.
Eu finjo que não o vejo.
Eu caio novamente.
Eu não posso acreditar que eu estou no mesmo lugar.
Mas isto não é minha culpa.
Ainda leva um tempão para sair.
Capítulo 3
Eu ando na mesma rua
Existe um buraco fundo na calçada.
Eu vejo que ele está lá.
Mesmo assim eu caio.
Isso é um hábito. Mas meus olhos estão abertos. Eu sei onde eu estou.
Isto é minha culpa.
Eu saio dele imediatamente.
Capítulo 4
Eu ando na mesma rua
Existe um buraco fundo na calçada.
Eu passo por volta dele.
Capítulo 5
Eu ando em outra rua.
Existe uma história divertida mas instrutiva contada por Thich Nhat Hanh – monge budista, professor, poeta e ativista da paz – que ilustra os benefícios da prática do centramento ativo. Ele conta a história de um monge que foi morar na França durante a guerra do Vietnã . Enquanto estava lá, o monge ajudava outras pessoas vindas dessa parte do mundo que na época estava com dificuldades, cuidando de crianças enquanto seus pais corriam atrás de criar uma nova vida.
Um dia o monge estava cuidando de um grupo de crianças pequenas. Após brincar por um certo tempo, elas vieram ao monge pedindo algo para beber. O monge tinha uma garrafa de suco de maçã caseiro. Como já era de se esperar, o suco tinha bastante sedimento no fundo da garrafa. 
O monge serviu cinco copos de suco de maçã para as crianças. Uma menininha ficou com o último copo que, consequentemente também tinha a maior quantidade de sedimentos. Vendo que o suco estava tão turvo a menininha decidiu que não queria o suco e voltou a brincar com seus amigos.
Mais tarde ela ficou com muita sede e voltou a casa para pegar algo para beber. Ela foi até a pia e tentou com muita dificuldade alcançar e abrir a torneira mas ela era muito pequena para alcançá-la. O monge a viu e perguntou o que ela estava fazendo. A menininha respondeu que ela estava com muita sede e precisava beber algo.
O monge sugeriu que ela provasse o suco de maçã oferecido por ele mais cedo. Ele o havia guardado para ela. A menininha estava prestes a dizer “não” novamente quando ela percebeu que o suco no copo estava agora límpido. Surpresa ela pensou que fosse um suco de maçã diferente. O monge disse que não, ainda era o mesmo suco de maçã, mas quando ele teve uma chance de ficar parado por um tempo, ele naturalmente ficou claro pois o sedimento teve uma chance de sedimentar no fundo do copo.
A menininha bebeu o suco de maçã e foi o melhor suco de maçã que ela havia experimentado na vida. Ela se virou para o monge e perguntou: “Tio monge, isto significa que o suco de maçã estava meditando ?” Sorrindo, o monge respondeu que o suco não estava exatamente meditando, mas que nós poderíamos aprender até com o suco de maçã a como nos centrar, ficar parados e ter clareza.
Nós podemos comparar o estado COACH ao copo de suco nessa história. O container do copo inclui tanto o suco doce da maçã quanto o sedimento desagradável. O suco pode ser visto como nossos insights e recursos e o sedimento como sentimentos e energias nebulosos, difíceis ou perturbadores (medo, frustração, raiva e etc…). O ato de acolhe-los a partir de um estado de calma e quietude permite que as emoções nebulosas e perturbadoras se assentem e a clareza e o sabor venham a emergir (o suco mais próximo ao sedimento é o mais saboroso).
Quando somos capazes de aprender a ficarmos calmos, claros e conectados a um campo maior, é mais que tenhamos maior acesso aos nossos recursos. Os budistas gostam de usar o relacionamento entre as nuvens e o céu acima delas e a terra abaixo delas para ilustrar isso. Se eu me identificar com as nuvens, eu me perco nos conteúdos mutáveis, confusos e tempestuosos da minha experiência. Mas se eu me centrar na terra entre as nuvens e abertas ao campo do céu além da formação de nuvens, eu posso deixar as nuvens e os conteúdos dos meus pensamentos e emoções passarem pela minha consciência sem me incomodar com os mesmos. Ao invés de me perder, lutar, tentar controlar ou me livrar das “nuvens” da experiência humana, eu posso ter consciência de todas as nuvens e deixar com que elas passem por mim, acolhendo-os em um campo aberto de consciência.
Fonte: NLP II – The next generation – Dilts, R., DeLozier, J., Dilts, D. B.
Para mais metáforas como esta e aprender mais sobre o ESTADO COACH, a mente do campo e PNL de 3ª geração, venham assistir a aula inaugural !
Esse é o único curso de PNL no Brasil formatado em cima das NOVAS técnicas de PNL de 3ª geração abordadas no livro NLP II – The next generation de Robert Dilts e Judith DeLozier.
Facilitadores:
- Maíra Larangeira (Vice-Diretora e Trainer do INAp) - Graduada pela NLP University em Practitioner em PNL de 3ª geração ministrado por Robert Dilts, Judith DeLozier (Autores do livro e desenvolvedores da PNL 3ª Geração) e Suzi Smith.
- Dr. Jairo Mancilha, Ph.D. - Diretor do INAp; Master Coach e Master Trainer internacional em Neurolinguística e Coaching; mestre e doutor em medicina pela UFRJ; pesquisador do CNPq durante 10 anos, trabalhou com índios Yanomami; pós-doutorado pela Northwestern University, Chicago, USA; membro da American Society of Clinical Hypnosis; coautor dos livros “Histórias Reflexões e Metáforas” - Ed. Qualitymark e “O Caminho da Longevidade” - Ed. Rocco.
- Mario Jorge Chagas - Trainer em Programação Neurolinguística; graduado em Matemática, pós-graduado em Engenharia Econômica e especializado em Filosofia; Certificação Internacional (PMI) de Profissional em Gerenciamento de Projetos (PMP); Membro do PMI-EUA e PMI-RIO; Certificação Internacional em Coaching Evolutivo e Business Coaching.
- Marcelo Felippe - Master e Trainer em Neurolinguística; Coach com certificação internacional; MBA TI em Gestão de Negócios; Facilitador de Treinamentos ao Ar Livre, motivação, vendas e de desenvolvimento de lideres; Atua como Coach e Consultor no mercado corporativo; 6 (seis) anos de Atuação nas Áreas de Vendas, Consultoria e Gestão de Produtos atendendo grandes clientes, elaborando estratégias de vendas e formatando soluções .
Programa do curso
http://www.pnl.med.br/curso_basico_manha11-2.htm
Informações Adicionais:
Curso básico de PNL 3ª geração – turma manhã
Data: 04 de outubro (Terças e Quintas) - 09:00 às 12:00
Local: Sede do INAp – Praia do Flamengo 278/2º andar – Rio de Janeiro
VENHA CONHECER A NOVA PNL !
Eneagrama (do grego Ennea = nove e grammos = figura ou desenho) é um antigo sistema de sabedoria, criado há cerca de 2500 anos (autores situam sua origem entre 3.500 e 2.000 anos atrás), provavelmente no Egito. Seu conhecimento foi mantido sigiloso durante muitos séculos.
Este sistema descreve a queda e a ascensão possível da consciência humana, segundo nove padrões. Mais especificamente, descreve como, segundo nove padrões, a perda de virtudes humanas gera paixões ou vícios emocionais; como a perda de idéias superiores cria fixações mentais; e como a perda do instinto puro leva à construção de estratégias instintivas de sobrevivência em três âmbitos: autopreservação, social e sexual (chamados de subtipos ou variantes instintivas, conforme o autor). De acordo com o eneagrama, todos nós temos um pouco de cada uma delas, de acordo com a situação. Entretanto, cada um de nós escolheu e desenvolveu uma delas como espada. Cada pessoa, assim, pode possuir traços dos nove pontos do Eneagrama, mas possui apenas um tipo, que não muda. Existe, entretanto, evolução dentro de cada tipo, em seus diferentes níveis de desenvolvimento e consciência.
Muitas pessoas que conhecem o Eneagrama concluem que ele é um sistema altamente profundo e preciso na descrição de comportamentos humanos. Mais do que uma tipologia, o Eneagrama é um mapa que mostra caminhos possíveis da evolução de nossa consciência, ou seja, da superação da paixão e da fixação de nosso tipo no Eneagrama.
Com o tempo, o Eneagrama vem se tornando mais conhecido por muitas pessoas e aplicado com sucesso por pessoas, grupos e importantes organizações. Quando bem aplicado, este sistema promove aceitação própria e aceitação mútua e orienta pessoas em seus caminhos de desenvolvimento pessoal, profissional e espiritual.
Fonte: Wikipédia
O INAp oferece o curso de PNL E ENEAGRAMA nos dias 18 e 19 de Junho ministrado por Khristian Paterhan, Membro Fundador e Presidente da International Enneagram Association- IEA - Brasil e um dos mais importantes divulgadores do Eneagrama da atualidade, tendo ministrado desde 1986 cursos e palestras no Chile, Brasil, Portugal e Estados Unidos.
Assista o Vídeo com os depoimentos dos alunos sobre o método e seus benefícios:
Rapport é um termo originado da palavra da lingua francesa “rapporter” para “conduzir algo”. Na PNL ela é vista como um dos principais recursos para exercer uma boa comunicação e transmissão de informação tanto por meio da linguagem não-verbal como gestos, padrão respiratório, postura corporal, movimentos oculares, quanto para a linguagem verbal tais como palavras, tom e frequência da voz.
Durante o processo de Rapport associações são feitas por meio da Calibração da fisiologia do indivíduo, com o objetivo de replicá-los e assim “mandá-los de volta” para o propulsor da ação. Conforme o diálogo vai progredindo, a assimilação de conteúdo é mais abrangente pois o cérebro aceita a informação como vinda de uma fonte parecida com o seu mapa de mundo, sendo assim mais facilmente introjetável.
Assista a seguir o vídeo da Childfrendly, uma organização que visa criar um mundo de melhores influências para as crianças de todo o mundo, apresentando diversos exemplos do rapport.
A meditação é um estado de presença, de estar em contato consciente consigo próprio.
Justamente a meditação encontra-se no meio entre dois pólos; a concentração e a contemplação. Há dados históricos comprovando que a meditação é tão antiga quanto a própria humanidade.
Na meditação, o cérebro entra no ritmo alfa, de repouso, mas acordado, e vibra numa freqüência de oito a 12 ciclos por segundo. Quando dormimos, há uma redução desse ritmo, com prevalência das ondas teta de três a sete ciclos por segundo e delta de três ciclos por segundo.
Vários estudos demonstram que 20 minutos de meditação têm o mesmo efeito de seis horas de sono no que se refere ao descanso proporcionado ao corpo e à mente.
O uso da meditação reduz a ansiedade, o desejo latente de resolver tudo do dia para a noite, torna a respiração equilibrada melhorando a oxigenação do sangue e, consequentemente, a atividade cerebral; também equilibra a frequência cardíaca e a pressão sanguínea, que por sua vez, melhora as condições metabólicas de todos os órgãos.