Palestrante: DULCE GABIATE - Master em Tecnologia de Participação, formação realizada no ICA - Phoenix Arizona - USA - Master e Trainer em Programação Neurolinguística, Coach Executivo e de Vida, graduada em Psicologia e Administração. Atuou durante 20 anos na área de Recursos Humanos em empresas de grande porte.
Palestrante: Rosangela Lopes - Ph.D. Master e Trainer em Neurolinguística; Coach com certificação internacional; médica com doutorado em Biologia Celular e Molecular - USP e pós-doutorado em Cardiologia - Inst. Cardiologia RJ; Especialização em Geriatria - UERJ e Fitoterapia - Inst. Brasileiro de Fitoterapia (INBRAFITO).
Palestrante: Rosangela Lopes - Ph.D. Master e Trainer em Neurolinguística; Coach com certificação internacional; médica com doutorado em Biologia Celular e Molecular - USP e pós-doutorado em Cardiologia - Inst. Cardiologia RJ; Especialização em Geriatria - UERJ e Fitoterapia - Inst. Brasileiro de Fitoterapia (INBRAFITO).
Palestrante: Dr. JAIRO MANCILHA, Ph.D. - Diretor do INAp; Master Coach e Master Trainer internacional em Neurolinguística e Coaching; mestre e doutor em medicina pela UFRJ; pesquisador do CNPq durante 10 anos, trabalhou com índios Yanomami; pós-doutorado pela Northwestern University, Chicago, USA; membro da American Society of Clinical Hypnosis; coautor dos livros “Histórias Reflexões e Metáforas” - Ed. Qualitymark e “O Caminho da Longevidade” - Ed. Rocco.
Palestrante: MARCELO FELIPPE - Master e Trainer em Neurolinguística; Coach com certificação internacional; MBA TI em Gestão de Negócios; Facilitador de treinamentos ao ar livre, motivação, vendas e de desenvolvimento de líderes; Atua como coach e consultor no mercado corporativo; 6 anos de atuação nas áreas de vendas, consultoria e gestão de produtos atendendo grandes clientes, elaborando estratégias de vendas e formatando soluções.
Palestrante: ROSEMERE MATEUS - Trainer em Programação Neurolinguística; Extensão em Análise de Sistemas pela PUC-Rio; Graduada em Letras pela UFRJ; Pesquisadora do CNPq na área de Linguística durante dois anos pelo Projeto Censo da Variação Linguística do Rio de Janeiro.
Por Dulce Gabiate
Todos os dias ouvimos relatos de insatisfação sobre situações vividas, comportamentos indesejados, ações que não são postas em prática. Há sempre alguém lamentando pelo que deixou de fazer, do que fez e não gostou , de comportamentos que gostaria de não ter realizado.
E a pergunta natural que surge é: porque me comportei assim? o que estou deixando de fazer? o que é necessário para modificar? perguntas quase sempre, sem respostas imediatas.
Sabemos que são as perguntas que movem o mundo, estimulam as buscas, motivam os nossos cérebros. Então, podemos pensar: o que me leva a repetir comportamentos indesejáveis, a agir de forma inadequada, a ter surtos de emoções descontroláveis dos nossos desejos supostamente conscientes?
Cabe agora uma pequena reflexão: Quem é você? Quais são os valores, princípios e crenças que movem suas ações? Quais são os seus objetivos de vida?
Saber identificar estas respostas é uma das chaves para compreender porque você age da forma que age.
Todos nós somos resultados das aprendizagens que ocorrem nos grupos familiares onde estamos inseridos e aprendemos a atuar, somos também resultado dos somatórios de crenças e valores dos ambientes que frequentamos, das coisas que acreditamos e principalmente dos significados que damos as experiências em nossa vida e da necessidade de inserçao e aceitação no mundo.
Se somos podados em nossos desejos, se carregamos um sentimento de inadequação e não aceitação, tendemos a duvidar de nossas competências, a nos sentir inseguros quando expostos, a ter dificuldades em realizar provas, testes, avaliar e ser avaliado e de alguma maneira necessitar de aprovação e permissão para atuar livremente e sentir-se pleno. Este sintoma se apresenta em vários segmentos da sociedade, não excluindo: ricos e pobres, sexo, os diferentes tipos étnicos ou religiosos. Se você percebe que algumas dificuldades citadas ocorrem com frequência, visite meu site e conheça meus programas, entre eles ” Como usar o cérebro para passar em provas e concursos e alcançar resultados” . Muitas respostas , aprendizagens e estratégias que você precisa para ter sucesso serão experimentadas lá .
Eu acredito no potencial que existe em cada pessoa, na possibilidade de mudança e ressignificação de eventos, e você?
(*) DULCE GABIATE
Trainer of Trainer em Tecnologia de Participação, formação realizada no ICA - Phoenix Arizona - USA - Master e Trainer em Programação Neurolingüística, Coach Executivo e de Vida, graduada em Psicologia e Administração. Atuou durante 15 anos na área de Recursos Humanos em Empresas de grande porte.
Vem desenvolvendo desde 1992 trabalhos de consultoria com foco em programas participativos na área Organizacional e Comunitária.
Um chaveiro cheio de chaves está em suas mãos. Á Sua frente, várias portas que podem te conduzir a desafios, oportunidades e conquistas; Ao bem e ao mal; Ao sucesso ou fracasso; A felicidade ou infelicidade. Você hesita. Por qual porta deve entrar? E, uma vez escolhida, como abri-la? Qual chave usar?
Provavelmente, em algum momento você viveu uma situação metaforicamente parecida. Afinal, a vida é feita de escolhas e cada escolha - consciente ou não - provoca mudanças e transformações. A grande questão, então, gira em torno da pergunta: Como abrir as portas que você escolheu? A Programação Neurolinguística (PNL) tem algumas chaves para te oferecer: autoconhecimento, revisão de valores, ampliação das percepções sensoriais - que possibilitam compreender e alterar estados emocionais. E isso de forma simples e prática.
A PNL é uma ferramenta que instiga a reflexão sobre si mesmo permitindo identificar os fatores que influenciam atitudes e abrem (ou fecham) portas. Flexibilidade para reavaliar pontos de vista, criatividade para buscar alternativas de soluções, compaixão pelas pessoas e abertura para lidar com as mudanças são algumas competências que a PNL ajuda a desenvolver. Quando se compreende que a realidade é criada através de lembranças, crenças e percepções e se aprende a ressignificar os fatos - alterando o significado que foi dado anteriormente a eles - é possível dar o salto para a felicidade.
Por meio de pressupostos e técnicas a PNL passa a ser uma poderosa ferramenta para alavancar transformações, alterar comportamentos e promover uma comunicação efetiva e eficaz, porque permite entender como cérebro funciona, como criamos sentimentos, pensamentos que geram comportamentos e como é possível alterá-los em benefício próprio.
Um dos pressupostos mais importantes da programação neurolinguística é o mapa não é o território que significa que as pessoas são diferentes em função das percepções individuais da realidade e de suas experiências de vida. Enriquecer o próprio mapa é uma forma de ampliar escolhas e, principalmente, se transformar de vítima em criador. Por outro lado, conhecer e respeitar o mapa das outras pessoas possibilita melhorar a comunicação e conseqüentemente os relacionamentos.
Já as técnicas utilizam a visualização e a consciência sensorial na revisão dos pontos do passado geradores de bloqueios a fim de trazer à tona os recursos internos latentes necessários para criação de novos comportamentos e o alcance das metas.
A PNL ajuda você a criar um roteiro para alcançar melhoria da qualidade de vida e estar-bem apesar das pessoas, das situações, dos acontecimentos, do caos. Então, respondendo a pergunta do título, PNL - para quê te quero?
PS: Se o assunto lhe interessou, venha participar dos nossos cursos ( www.pnl.med.br) e/ou programe uma turma in company. Teremos muito prazer em compartilhar nossas chaves.