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Por Jairo Mancilha
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A linguagem dirige nossos pensamentos para direções específicas e, de alguma maneira, ela nos ajuda criar a nossa realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para nos comunicarmos melhor. A seguir estão algumas palavras e expressões a que devemos estar atentos quando falamos, porque elas podem nos atrapalhar: 1) Cuidado com a palavra NÃO, a frase que contém “não”, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O “não” existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo, pense em “não”… (não vem nada à mente). Agora vou lhe pedir “não pense na cor vermelha”, eu pedi para você não pensar no vermelho e você pensou. Procure falar no positivo, o que você quer e não o que você não quer; 2) Cuidado com a palavra MAS, que nega tudo que vem antes. Por exemplo, “o Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, mas…..”. Substitua MAS por E quando indicado; 3) Cuidado com a palavra TENTAR que pressupõe a possibilidade de falha. Por exemplo, “vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas”. Tenho grande chance de não ir, pois, vou “tentar”. Evite “tentar”, FAÇA; 4) Cuidado com as palavras DEVO, TENHO QUE ou PRECISO, que pressupõem que algo externo controla sua vida. Em vez delas, use QUERO, DECIDO, VOU; 5) Cuidado com NÃO POSSO ou NÃO CONSIGO, que dão a idéia de incapacidade 6) Fale dos problemas ou das descrições negativas de si mesmo utilizando o verbo no tempo passado. Isto libera o presente. Por exemplo, “eu tinha dificuldade de fazer isso”; 7) Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo. Por exemplo, em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou conseguindo”; 9) Substitua ESPERO por SEI. Por exemplo, em vez de falar, “eu espero aprender isso”, fale: “eu sei que eu vou aprender isso”. Esperar suscita dúvidas e enfraquece a linguagem;
10) Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE. Por exemplo, em vez de dizer “eu
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Há algum tempo, guardo dentro de mim uma frase sobre a qual penso todos os dias. Não sei quem foi o autor, mas agradeço muito a ele mesmo sem saber.
“O coração sabe, mas não fala. A mente fala, mas não sabe”. Pensem alguns instantes sobre isso antes de continuarmos…
Não sei para vocês, mas para mim essa frase é muito profunda e procuro aplicá-la todos os dias. Quanto mais penso, mas consigo aprender algo sobre ela.
A lição mais importante que tirei para mim e que talvez sirva para você é que precisamos aprender a deixar nosso coração guiar a nossa mente.
Depois de muito pensar e aplicar no meu dia a dia, percebo que, de alguma forma, o nosso coração sempre sabe o que é melhor para nós. É como se ele estivesse conectado com algo maior que pode ser o Universo, pode ser Deus ou a Natureza. Ele sente muito além dos nossos olhos e dos nossos conhecimentos, percebe coisas que só vamos comprovar muito tempo depois. Como ele faz isso? Essa parte ainda preciso refletir mais para chegar a resposta. Quando chegar lá compartilho com todos, mas se vocês chegarem primeiro, compartilhem tambémJ
Disso tudo sabe o que é mais engraçado? A maioria de nós, de alguma forma, sabe ou sente isso e faz justamente o oposto, ou seja, deixa a mente guiar o coração.
E qual é o resultado dessa segunda escolha? Normalmente algumas alegrias… e algumas tristezas também. Sabe o porquê?
Por maior que seja o conhecimento de uma pessoa ainda é muito limitado em relação ao Universo que vivemos. É como se nossa mente, conforme aprendemos durante a vida, acessasse níveis de “verdades relativas” que vão crescendo conforme o conhecimento, mas continuam pequenas em relação ao todo. Já o nosso coração consegue acessar a “verdade absoluta” ou pelo menos um nível de “verdade relativa” muito além da nossa imaginação.
Quando fazemos a primeira escolha, ou seja, deixamos nosso coração guiar nossa mente e, conseqüentemente, nossa vida, a certeza do sucesso nas escolhas é garantida. Às vezes demora um pouco, mas sempre alcançamos. O que acontece é que, mesmo quando deixamos nosso coração guiar nossa mente, queremos as coisas no tempo da nossa mente e não do nosso coração e mais uma vez é este último que sabe o tempo certo, é ele que sabe quando realmente estaremos prontos para alcançar o que queremos e qual o melhor caminho para chegarmos lá.
Portanto, deixe seu coração guiar sua mente, experimente isso, talvez essa simples mudança de ordem possa fazer uma grande diferença no final…
Isso tudo são só algumas coisas que tenho aplicado em minha vida e que talvez sirva para você também. A única coisa que peço é para analisar com carinho o que está acima descrito. Se não servir, jogue fora, mas se servir use na sua vida e passe adiante, afinal, nessa vida vale o que fazemos pelos outros, pois o que fazemos por nós é obrigação.
Até a próximaJ
Contato com o autor: lmfelippe@click21.com.br
Por Marcelo Felippe
O que você quer para a sua vida?
Pense alguns minutos… Se puder, escreva rapidamente umas cinco frases sobre isso antes de continuar a leitura.
Agora analise como você respondeu. Você usou SER, TER ou FAZER (ou uma idéia correspondente a cada um) para responder a pergunta?
Normalmente, nós respondemos coisas como “Quero terminar a faculdade, ter um emprego legal para poder ter minha casa, viajar,…” ou “Quero ter uma família legal, estudar no exterior e trabalhar pelo menos cinco anos na Europa”. O que essas respostas possuem em comum?
A nossa tendência é descrever e buscar o que queremos TER na vida. E onde fica o que queremos SER?
Quando pergunto isso às pessoas, muitas têm idéia daquilo que gostariam de SER, mas dizem que para ser o que querem, primeiro precisam ganhar dinheiro ou pagar as contas ou ter um emprego legal.
O tempo vai passando e, pensando assim, acabamos nos perdendo correndo atrás do que queremos TER, sempre adiando o que queremos SER, até que chega o final da nossa vida e ai não dá mais para voltar atrás…
Vamos refletir sobre isso! Será que realmente precisamos primeiro TER para depois SER?
Pense na pessoa mais feliz que você conhece? Agora, analise rapidamente a vida dela e tente perceber o que a faz feliz.
Será que é o que ela tem? Provavelmente você perceberá que ela é feliz porque é aquilo que gostaria de SER e também tem tudo que precisa para isso. E como ela conseguiu SER e TER?
As pessoas felizes que conheci pessoalmente ou que conheço a história de vida normalmente dizem que usaram suas energias para realizar seus sonhos, sendo aquilo que queriam ser, fazendo aquilo que queriam fazer e que, apesar de alguns desafios e dificuldades no inicio, conseguiram ter tudo que queriam ter.
Uma vez assisti a um vídeo do Roberto Shinyashiki, escritor e palestrante famoso, em que ele conta um pouco da sua história e consegui observar exatamente isso.
Vi um documentário que contava a Biografia do Anthony Robbins, um dos grandes nomes da PNL, que mostrava a mesma coisa sobre a vida dele. Ele usou a PNL para se conhecer melhor e para SER aquilo que queria, vencendo todas as dificuldades que teve pelo caminho.
A pessoa que mais marcou a história da nossa humanidade, que transformou mais pessoas e que é o maior exemplo que temos, fez tudo isso porque escolheu ser aquilo que ele queria ser e fez tudo que precisou para isso. O nome dele: Jesus.
Portanto, volte à pergunta inicial e a responda toda em termos de SER. Depois, use a sua energia para se planejar e FAZER isso acontecer. O resultado disso sabe qual será? Você terá aquilo que quer e mais: será feliz!
Agora que você já sabe isso, busque ferramentas que te ajudem a se conhecer melhor e a conhecer melhor o mundo em que vive. Leia a história de pessoas de sucesso, leia livros que falem como as pessoas funcionam, estude profundamente PNL. Adquira os recursos que precisa para ser exatamente aquilo que quer SER e SEJA.
Uma observação importante: aquilo que quer SER tem que ser bom para você e bom para os outros que estão a sua volta (não pode causar prejuízo para ninguém), mas esse será o assunto de um próximo artigo.
PENSE NISSO E SEJA FELIZJ
Um chaveiro cheio de chaves está em suas mãos. Á Sua frente, várias portas que podem te conduzir a desafios, oportunidades e conquistas; Ao bem e ao mal; Ao sucesso ou fracasso; A felicidade ou infelicidade. Você hesita. Por qual porta deve entrar? E, uma vez escolhida, como abri-la? Qual chave usar?
Provavelmente, em algum momento você viveu uma situação metaforicamente parecida. Afinal, a vida é feita de escolhas e cada escolha - consciente ou não - provoca mudanças e transformações. A grande questão, então, gira em torno da pergunta: Como abrir as portas que você escolheu? A Programação Neurolinguística (PNL) tem algumas chaves para te oferecer: autoconhecimento, revisão de valores, ampliação das percepções sensoriais - que possibilitam compreender e alterar estados emocionais. E isso de forma simples e prática.
A PNL é uma ferramenta que instiga a reflexão sobre si mesmo permitindo identificar os fatores que influenciam atitudes e abrem (ou fecham) portas. Flexibilidade para reavaliar pontos de vista, criatividade para buscar alternativas de soluções, compaixão pelas pessoas e abertura para lidar com as mudanças são algumas competências que a PNL ajuda a desenvolver. Quando se compreende que a realidade é criada através de lembranças, crenças e percepções e se aprende a ressignificar os fatos - alterando o significado que foi dado anteriormente a eles - é possível dar o salto para a felicidade.
Por meio de pressupostos e técnicas a PNL passa a ser uma poderosa ferramenta para alavancar transformações, alterar comportamentos e promover uma comunicação efetiva e eficaz, porque permite entender como cérebro funciona, como criamos sentimentos, pensamentos que geram comportamentos e como é possível alterá-los em benefício próprio.
Um dos pressupostos mais importantes da programação neurolinguística é o mapa não é o território que significa que as pessoas são diferentes em função das percepções individuais da realidade e de suas experiências de vida. Enriquecer o próprio mapa é uma forma de ampliar escolhas e, principalmente, se transformar de vítima em criador. Por outro lado, conhecer e respeitar o mapa das outras pessoas possibilita melhorar a comunicação e conseqüentemente os relacionamentos.
Já as técnicas utilizam a visualização e a consciência sensorial na revisão dos pontos do passado geradores de bloqueios a fim de trazer à tona os recursos internos latentes necessários para criação de novos comportamentos e o alcance das metas.
A PNL ajuda você a criar um roteiro para alcançar melhoria da qualidade de vida e estar-bem apesar das pessoas, das situações, dos acontecimentos, do caos. Então, respondendo a pergunta do título, PNL - para quê te quero?
PS: Se o assunto lhe interessou, venha participar dos nossos cursos ( www.pnl.med.br) e/ou programe uma turma in company. Teremos muito prazer em compartilhar nossas chaves.
Sandra Braconnot
Você já ouviu falar em BIOMIMÉTICA?
Biomimética - palavra que vem do grego bios - (vida) e mimesis (imitação) - é uma nova ciência que estuda a natureza para aprender com ela, e não sobre ela, estabelecendo uma relação de contemplação, admiração e aprendizagem sem interesse, intenção e pretensão de modificar, extrair ou dominar. É uma proposta para mudarmos o paradigma “a terra não é nossa”. Nós é que somos dela!
Os biomimeticistas estudam os modelos da natureza imitando, inspirando-se neles ou em seus processos para responder perguntas e resolver problemas humanos, entendendo a natureza como uma medida a ser valorizada; como uma mentora a ser respeitada e ouvida, reconhecendo que ela muito tem para nos ensinar. Afinal, são três bilhões e 800 milhões de anos aperfeiçoando seus ecossistemas descobrindo o que funciona, o que é apropriado e o que dura, em uma performance incrível.
Observar a maneira pela qual a natureza executa suas tarefas, relaciona-se com os outros seres e com o meio ambiente, atentando para sua sabedoria e inteligência é, ao mesmo tempo, deslumbrante, assustador e invejável. Na natureza, nada existe sem razão; nada acontece sem gerar conseqüências positivas para o meio ambiente ou seus habitantes; não existe “predador” sem causa nobre; nada é destruído totalmente; tudo é reciclado; nenhuma espécie prejudica à outra sem ser afetada; e a cooperação é sempre recompensada. Nosso planeta poderia ser (ou voltar a ser) um “paraíso” sem excessos ou desequilíbrios se nós - seres “racionais” - não atrapalhássemos o funcionamento genuíno da natureza.
Se tivéssemos humildade para admitir que a Terra não é “nossa” e nós não somos os melhores e nem os mais inteligentes habitantes dela, muito poderíamos aprender. A natureza é capaz de realizar sem dificuldades proezas com as quais nós nem sonhamos conseguir - apesar de toda a nossa pseudo tecnologia. Constatamos que todas as nossas invenções, já existem na natureza sob uma forma mais elegante e a um preço bem menor para o planeta.
Poderíamos, por acaso ou intencionalmente, hibernar como os ursos-pardos ou sobreviver nas regiões árticas como os ursos polares? Imitar alguns animais e plantas que utilizam o mimetismo para sobreviver? Viver mais de três mil anos, pesar duas mil toneladas, alcançar 100 metros de altura e permanecer fortes, bonitos e eretos sem nenhuma ajuda, como as sequóias? Como aguentaríamos as duras condições dos prados alpinos - frio extremo no inverno, ventos de alta velocidade e sol intenso - e ainda mantermo-nos lúcidos para escolher cores certas e adequadas para usar - como fazem as flores nativas? Será que conseguiríamos aprender a manter-nos limpos e perfumados vivendo no lodo, como fazem as flores de Lótus? Perfumar quem nos fere, como o sândalo? Vestir-nos como os lírios do campo?
No decorrer dos seus bilhões de anos de existência - resistência e resiliência - a natureza criou estratégias inigualáveis e surpreendentes! E, apesar de irracionais, estes seres vivos realizam seus “milagres” sem consumir gananciosamente recursos naturais, sem fazer mal aos semelhantes, poluir o planeta ou pôr em risco o futuro!
Quando nós, os humanos racionais, tirarmos a coroa, descermos do pedestal e sentarmos no banco da sala-de-aula da Mestra Gaia e (re) aprendermos lições sobre paciência, respeito, parcimônia, cooperação - competências e valores fundamentais para uma vida feliz em comunidade, ainda poderemos salvar o nosso planeta e a nós mesmos. Que venha a Revolução Biomimética!
Mas… Como fazer? Que utilidade teria e quais os benefícios que a biomimética traria para o nosso dia-a-dia em casa, no trabalho e na vida?
Primeiro, transformaria o nosso sentimento em relação à Terra: reconheceríamos que estamos nela, fazemos parte dela, mas ela não nos pertence. Aceitaríamos que somos apenas uma entre 30 milhões (ou muito mais) de espécies que nela habitam. Ao resgatarmos e exercitarmos o respeito, a humildade e a “consciência do outro” estaríamos dando um grande passo na estrada da biomimética que conduz à salvação do planeta e todos os seres vivos.
Segundo, aprenderíamos com o exemplo da natureza a respeitar nossos limites e a viver dentro deles. Só nossa espécie - a que pensa - cai na armadilha vencer desafios “superar ou ultrapassar” fronteiras sem pensar ou temer as conseqüências. Como seria a nossa vida pessoal, profissional e social se utilizássemos todo o nosso potencial, desenvolvendo-o com sabedoria, sem ir além da linha do saudável, do político, social e ambientalmente correto?
A prática da biomimética possibilitaria mudarmos a maneira como estamos produzindo alimentos, produtos, “remédios”, usando a energia, administrando negócios, gerindo pessoas e - por que não? - gerando a nós mesmos. Talvez pudéssemos passar á limpo nossa consciência, reescrever a história e sair da rota de colisão, destruição e morte.
E, como alerta Janine M. Benyus em seu livro Biomimética - Inovação Inspirada pela Natureza: “Nesta altura da nossa história, em que vislumbramos a possibilidade real de perdermos um quarto de todas as espécies vivas, nos próximos 30 anos, a biomimética torna-se mais que uma maneira de ver a natureza. Ela torna-se uma corrida e um meio de salvação”.
(*) Sandra Braconnot é jornalista, consultora e palestrante. Máster trainner em PNL e Practitioner em Coaching Emocional.
e-mail sandra@sandrabraconnot.com
Por: Sandro Pereira
Ano novo, vida nova, novos sonhos, projetos e metas e se você deseja atuar de maneira mais eficiente, gerar mudanças em sua própria vida e a alcançar seus objetivos, a Programação Neurolinguística (PNL) pode te ajudar a descobrir quais são as suas estratégias pessoais de motivação, quais os passos e seqüência a utilizar e como levantar os recursos necessários para cumpri-los. Aprendendo a aliar as técnicas da PNL com as estratégias pessoais, você terá mais chances de obter sucesso.
Para se atingir um objetivo é preciso no mínimo passar por três etapas: Querer alcançar o objetivo, ou seja, deve estar motivado; Conhecer os passos físicos e mentais necessários para atingir o objetivo e Lidar eficazmente com possíveis interferências e resistências.
Ressalto quer não existe um método único para se alcançar resultados. O que existe são diferentes modelos aplicados dentro da PNL que resultam na combinação de diferentes fatores. Existem várias perguntas que você pode fazer e que ajudam na construção de um trabalho bem formulado, com metas alcançáveis, realistas e motivadoras.
Outra questão, bastante pertinente, em se tratando do método usado para traçar e cumprir os objetivos através da PNL é se existe diferenciação entre idade, sexo, profissão e outros fatores. Eu afirmo que todas as pessoas são capazes de traçar metas e alcançar resultados, desde que, minimamente, possam se articular e interagir com o mundo ao seu redor. E isto independe da idade, gênero e profissão.
Um aspecto importante para lidar com as metas é saber usar a “força da linguagem” – uma das maneiras de se criar realidade. Quando falamos, o cérebro humano aplica a si o que está sendo dito, fenômeno conhecido como dissonância cognitiva. Isso aciona os nossos mecanismos internos (fisiologia) e nosso corpo segue na direção do que está sendo falado. Portanto, ao determinar um objetivo, faça-o a partir daquilo que você quer alcançar. Muitas pessoas costumam ter uma lista completa daquilo que não quer e quando perguntamos “o que você quer?” não sabem. Gastam o tempo falando de tudo que não querem e bloqueiam o próprio potencial. Por isso, muita atenção ao usar a linguagem: determine sempre aquilo que realmente quer alcançar para liberar todo o seu potencial para a ação.
Ao observar e trabalhar com pessoas altamente eficazes percebemos nitidamente alguns pontos em comum, que são características que estes indivíduos usam para conseguir atingir suas metas: atitude mental positiva, definição do que quer e muita ação.
Acredite: você: pode, merece e é capaz . Essas crenças ajudam na construção da atitude mental positiva. É importante também definir por escrito aquilo que você deseja, elaborar um plano de ação detalhado e ousar fazer. Citando o escritor Goethe “Tudo que você quiser fazer ou sonhar que pode, comece. A ousadia traz em si poder e magia”.
Para concluir, cito uma definição simples para o sucesso, que é apresentada por Anthony Robbins, autor do livro Poder sem limites – o caminho do sucesso pessoal: “Sucesso consiste em saber seu resultado, agir, saber que resultado se está conseguindo e ter flexibilidade” Se você alcançou sua meta específica, isto pode representar sucesso.
Em outras palavras, o sucesso é uma questão pessoal.