Respire Fundo, diminua sua respiração antes de começar a sua leitura.
Evite dizer a palavra “tentar” seu subconsciente sabe quando você o diz.
Sorria quando você faz sua leitura.
Divirta-se.
Acredite no Criador e em você mesmo.
Para realmente compreendermos o ThetaHealing a principal coisa que precisamos saber é que ela é uma técnica que ensina você a se conectar com o criador, o espírito que entrelaça e une todas as coisas na existência. Essa energia está em toda nossa volta, então qualquer um que estiver pronto pode aprendê-la.
Estudos da física quântica e testes com eletro encefalograma comprovam que a onda cerebral “Theta” é capaz de gerar cura instantânea para doenças de diversos tipos. Todas as doenças são criadas por sistemas de crenças que nos impedem de nos mantermos saudáveis e de nos realizarmos em nossas vidas. A frequência “Theta” nos conecta com a fonte criadora de tudo o que há, mudando nossas vidas em diferentes aspectos, alterando nosso sistema de crenças, ativando nosso DNA, criando nossa própria realidade e promovendo curas instantâneas a nível físico, mental e emocional.
Vianna Stibal, professora internacional, curadora e fundadora do ThetaHealing e do Instituto de conhecimento ThetaHealing (THInK), vem devotando sua vida a ensinar a todos como podem curar a si mesmos, suas famílias e seus amigos, assim como ela o fez.
Em um estudo feito por Melinda Urban (praticante do ThetaHealing), ela acompanha o processo de cura de sua paciente pelos métodos do ThetaHealing.
“Eva foi para terapia por diversos motivos, mas nas ultimas semanas ela estava passando por uma experiência debilitante causada por dores nas costas. Eva não podia aproveitar a sua vida e fazer o que bem quisesse. Algumas vezes uma simples caminhada proporcionava uma dor tão significativa que seu único recurso era ficar deitada de costas e completamente parada. Dirigir era quase impossível nessa ocasião. Enquanto ela recebia um tratamento de um quiropata ela não se sentia completamente aliviada.
Eva e eu começamos a usar técnicas psicossomáticas focando-nos em um episódio específico de uma dor intensa. Nossa exploração revelou que a dor de Eva estava relacionada com o sentimento de culpa e raiva que ela mantinha guardada devida a uma ocasião antiga. Pelo final da sessão Eva sentiu-se muito melhor, mas quando ela retomou suas atividades físicas, a dor voltou. De fato, como resultado de alguns testes preliminares, pensava-se que a cirurgia seria necessária.
Começamos a implantar a técnica do ThetaHealing imediatamente, explorando a crença que ela tinha de “viver com dor”. Utilizando o ThetaHealing eu a conduzi a um estado psicológico de cura. Eva e eu continuamos a explorar a cura, levando-a a diversos aspectos de sua vida onde ela era desafiada de diversas formas e que indiretamente contribuía para sua dor nos costas. Usamos diferentes métodos incluindo terapia através da conversação, trabalhando a criança interior, liberação do chakra emocional em adição ao ThetaHealing. Em um determinado momento a dor mudou de lugar, de suas costas passaram para seu quadril e depois para as suas pernas. Se tornou claro de que a dor casual era mais emocional do que física, e seu quiropata concordou com essa avaliação.
Com o progresso das sessões, gradualmente sinais de melhora foram surgindo, muitas vezes no dia seguinte, depois de uma sessão. Em sua décima primeira sessão Eva informou que sua dor estava desaparecendo quase que por completo, ela agora sabia como respeitar o seu corpo e dar a atenção que ele necessita.”
Quando você usa o ThetaHealing na sua vida você está tomando o controle da sua vida e essa é a sua oportunidade para fazer da sua vida o que você quiser!
Por milhares de anos, a humanidade tem reconhecido que milagres realmente acontecem…milagres psicológicos, emocionais e espirituais de cura acontecem com pessoas de todas as fés e em todas as raças…todo dia!
Atualmente este trabalho está se expandindo em diversos países do mundo, promovendo curas, ampliando o nível de consciência humana e mudando a vida de muitas pessoas.
“Existem diferentes ondas Theta, quando você vai dormir, quando está sonhando, outras quando atingimos uma profunda meditação. Quando entramos nessas ondas, tudo muda.”Vianna Stibal.
No coaching, o profissional é instigado a atingir metas objetivas por meio do desenvolvimento de habilidades de comportamento.
Segundo a Federação Internacional de Coach, nos últimos dois anos a procura por gestão de carreiras, o chamado coaching aumentou 200%. A tradução da palavra inglesa coach é treinador, mas também carruagem, o que remete à função de guiar.
Na década de 1930, o serviço de coaching podia ser simbolizado pela figura do tutor nas escolas. Na década de 1950 começou a ser levado aos poucos para a mundo corporativo, mas foi somente nos anos de 1980 que passou a ter os moldes verificados atualmente, em países como a Inglaterra e os Estados Unidos. Este ano, quase três décadas depois da formatação em outros países, o Brasil recebeu a Federação Internacional de Coach (ICF, sigla em inglês), maior orgão do segmento com cerca de 17 mil membros em todo o mundo.
“O coach não dá conselhos, nem tem fórmulas prontas. Antes, o desenvolvimento executivo era muito atrelado ao conhecimento adquirido em cursos, mas hoje são questões do âmbito social e emocional que mais afetam o desempenho.” diz Jóse Augusto Figueredo, presidente de ICP-Brasil.
Qualquer um consegue dormir rápido e tranquilamente por meio desta técnica, até mesmo pessoas com um histórico grave de insônia.
Durante anos a PNL vem ajudando pessoas com dificuldades para dormir a ter uma boa noite de sono.
Na maioria dos casos são pessoas que ou negam-se ao sono pelo fato de precisarem estar acordadas ou aquelas que não conseguem dormir decorrentes dos problemas que enfrentam enquanto acordadas. Em todos os casos, existe algum tipo de depressão envolvida, chegando ao ponto em que não dormir os deprime.
Geralmente pensamos que a insônia é um problema relacionado ao sono quando na verdade o problema está no estado consciente (acordado).
*Pessoas ansiosas acreditam que para solucionar os problemas necessitam manterem-se acordadas, conscientes. Pensar em questões não resolvidas causa insônia, manter-se acordado torna-se um requerimento interno. Na PNL isso é chamado de loop de calibração.
*Um motorista é um adepto do uso do consciente interno para manter-se acordado. Essas pessoas passam uma grande quantidade de tempo mantendo-se em um estado de “transe acordado”, estando presentes somente quando alguma situação requer sua atenção. Em alguns casos implantam gritos de “fique acordado!” em suas próprias mentes.
3 Etapas para o relaxamento
Eis o que fazer:
Nº1: É NATURAL dormir.
É NORMAL dormir, você está seguro, você ficará bem e será mais fácil resolver suas questões depois de uma boa noite de sono. Já ouviu a expressão “deixe-me descansar sobre o assunto”? Sua mente inconsciente é mais capaz do que você em rever e absorver informações enquanto você dorme. Relaxe. Está tudo bem em esquecer todas as coisas importantes por uma noite, todas as noites.
Nº2: Estar acordado quando você precisa ficar acordado.
Estar “meio dormindo” quando você deveria estar acordado é a mesma coisa do que estar “meio acordado” quando você deveria estar dormindo. Se você está em um modo que conserva energia enquanto você se desassocia, volte a si. Encontre alguma coisa para ocupar a sua mente que esteja fora dela. Se você está pensando em problemas, escreva-os junto com suas idéias e reflexões. Se você trabalha em algo monótono ou repetitivo, preste atenção ao invés de sonhar acordado ou procure outro emprego. Se você não está trabalhando, dedique-se a um projeto. Evite reclamar, eleve seu ritmo ao ponto de ebulição.
Nº3: O jeito mais fácil de conseguir com que seu consciente interno fique quieto e o deixe dormir é dar algo que ajude a sua mente a relaxar.
Concentre-se e deixe que 3 ondas de profundo relaxamento espalhem-se pelo seu corpo. Pense em liberar todas as tensões da sua cabeça, rosto, mandíbula. Pense em um profundo relaxamento espalhando-se pelo seu rosto e preste atenção, você vai notar quando sentir cada uma das 3 ondas de relaxamento profundo invadir sua cabeça e rosto. Se sua mente se desviar para outra coisa, volte e preste atenção na sensação de cada uma das ondas de profundo relaxamento passando pelo seu corpo. Depois de sentir a primeira onda, você pode se pegar pensando “eu não posso relaxar mais que isso” mas você pode! Continue, preste atenção e espere pela segunda onda de relaxamento. Após a segunda onda de relaxamento, provavelmente você não notará a terceira onda relaxando você num sono feliz.
Depois de um pouco de prática, este processo promove a qualquer pessoa a habilidade de dormir a qualquer hora e em qualquer lugar que quiser.
Fonte:
Steve Boyley. Licensed Trainer of NLP.
Aproveite e bons sonhos.
Por Sandra Braconnot
Compartilhamos com vocês um artigo fantástico do Dr Michael Hall, que vem ao Brasil em setembro, ministrar o curso Acessando seu Gênio Pessoal e participar do VIII Congresso Latino Americano de PNL.
O artigo é grande, mas vale a pena. Confiram:
VOCÊ QUER SE TORNAR AS SUAS PERCEPÇÕES?
L. Michael Hall Ph.D.
No outro dia comecei a pensar nos hidrantes de incêndio. Não sei o porquê. Eu estava correndo numa calçada e gradualmente me tornei consciente de que o cordão do meu tênis estava solto. Com essa consciência, um pensamento entrou na minha mente consciente: “O laço do meu tênis direito ia se soltar em seguida.” Em um nano segundo, eu sabia que isso significava parar para amarrar o tênis de novo. Naquele instante eu abri os olhos para o mundo exterior (porque aquele diálogo interior tinha sido de um segundo) e ao ver um hidrante de incêndio, percebi que podia parar ali e amarrar os tênis.
Mas como naquele momento eu estava correndo, acabei passando do hidrante no impulso em que eu vinha e, não querendo parar e voltar, pensei: “no próximo eu paro.” Enquanto continuava correndo foi que eu percebi uma coisa. “Eu nunca tinha visto antes aquele hidrante!” Claro, apesar deste pensamento não ter a importância de um insight, eu o achei compreensivo! Afinal, eu corria naquele lugar há mais de sete anos e se você tivesse me perguntado onde havia um hidrante de incêndio ao longo daquele caminho, eu não seria capaz de lhe dizer. Hoje eu enxerguei um pela primeira vez.
Então, eu fiz algo bastante comum, mas que ainda tinha efeitos quase mágicos: pus na minha mente que iria esperar o próximo hidrante, pois assim poderia parar, apoiar o pé e amarrar os tênis. Era tudo tão simples, tão rotineiro, tão comum e, ainda assim, algumas coisas realmente incríveis tinham ocorrido por causa de um tênis desamarrado.
E o que aconteceu depois? Bom, eu continuei correndo, e o estranho é que comecei a achar hidrantes de incêndio por todos os lados. Hidrantes, de repente, começaram a surgir na minha consciência. Como correndo naquelas ruas por tantos anos, de repente comecei a ver os hidrantes de incêndio! Como nunca tinha visto um (pelo menos que eu me lembrasse), de repente, era como se eles estivessem entrando em contato comigo: “Olha para mim!” “Me enxerga!” “Aqui estou, bem na esquina!”
Foi uma coisa muito estranha, quase surreal. Eu corria normalmente e, de repente, um hidrante de incêndio! Depois do terceiro ou quarto, eu me lembrei que isso é igual ao velho exercício da PNL, onde pedimos que todos fechem os olhos e fazemos perguntas sobre a cor da parede da frente, a dos fundos, das laterais, que desenhos estão pendurados ou que palavras estão escritas nelas. A grande maioria não sabe. Então, apesar de que eles estavam de olhos abertos quando entraram na sala, eles não viram. Em seguida todos abrem os olhos e olham em volta da sala. Ao fecharem os olhos novamente, perguntamos sobre tudo que é azul na sala e eles abrem os olhos e vasculham a sala procurando todos os azuis. Depois fazemos a mesma coisa com o que é marrom, ou vermelho ou amarelo.
Continue lendo…
Por Dulce Gabiate
Todos os dias ouvimos relatos de insatisfação sobre situações vividas, comportamentos indesejados, ações que não são postas em prática. Há sempre alguém lamentando pelo que deixou de fazer, do que fez e não gostou , de comportamentos que gostaria de não ter realizado.
E a pergunta natural que surge é: porque me comportei assim? o que estou deixando de fazer? o que é necessário para modificar? perguntas quase sempre, sem respostas imediatas.
Sabemos que são as perguntas que movem o mundo, estimulam as buscas, motivam os nossos cérebros. Então, podemos pensar: o que me leva a repetir comportamentos indesejáveis, a agir de forma inadequada, a ter surtos de emoções descontroláveis dos nossos desejos supostamente conscientes?
Cabe agora uma pequena reflexão: Quem é você? Quais são os valores, princípios e crenças que movem suas ações? Quais são os seus objetivos de vida?
Saber identificar estas respostas é uma das chaves para compreender porque você age da forma que age.
Todos nós somos resultados das aprendizagens que ocorrem nos grupos familiares onde estamos inseridos e aprendemos a atuar, somos também resultado dos somatórios de crenças e valores dos ambientes que frequentamos, das coisas que acreditamos e principalmente dos significados que damos as experiências em nossa vida e da necessidade de inserçao e aceitação no mundo.
Se somos podados em nossos desejos, se carregamos um sentimento de inadequação e não aceitação, tendemos a duvidar de nossas competências, a nos sentir inseguros quando expostos, a ter dificuldades em realizar provas, testes, avaliar e ser avaliado e de alguma maneira necessitar de aprovação e permissão para atuar livremente e sentir-se pleno. Este sintoma se apresenta em vários segmentos da sociedade, não excluindo: ricos e pobres, sexo, os diferentes tipos étnicos ou religiosos. Se você percebe que algumas dificuldades citadas ocorrem com frequência, visite meu site e conheça meus programas, entre eles ” Como usar o cérebro para passar em provas e concursos e alcançar resultados” . Muitas respostas , aprendizagens e estratégias que você precisa para ter sucesso serão experimentadas lá .
Eu acredito no potencial que existe em cada pessoa, na possibilidade de mudança e ressignificação de eventos, e você?
(*) DULCE GABIATE
Trainer of Trainer em Tecnologia de Participação, formação realizada no ICA - Phoenix Arizona - USA - Master e Trainer em Programação Neurolingüística, Coach Executivo e de Vida, graduada em Psicologia e Administração. Atuou durante 15 anos na área de Recursos Humanos em Empresas de grande porte.
Vem desenvolvendo desde 1992 trabalhos de consultoria com foco em programas participativos na área Organizacional e Comunitária.
No trabalho como Coach, a pergunta que mais tenho escutado das pessoas é: afinal de contas, o que é Coaching?
Bom, se você tiver alguns segundos, a melhor resposta pode ser: você tem um sonho, uma meta ou um objetivo? O papel do Coach é te ajudar a alcançá-lo.
Se você tiver um pouco mais de tempo, leia o resto do artigo, talvez valha a pena…
Existem muitas definições e formas diferentes de explicar o que é Coaching. Ele veio do esporte, significa treinar alguém,…, mas não é realmente isso que interessa para a maioria das pessoas.
O que elas querem saber é: o que o Coaching pode fazer por mim?
Se pudesse dar um conselho para as pessoas, este conselho seria: estude sobre o assunto, faça um curso, contrate um Coach,…, de alguma forma, entre em contato com o aprendizado que está por trás disso.
Esse tem sido um conhecimento e aprendizado contínuo dos mais importantes na minha vida. Existem muitas aplicações úteis para ele. A que está relacionada com o conselho acima é planejamento de vida e desenvolvimento pessoal.
O Coaching nos dá a oportunidade de repensar nossa vida em 360º, do aspecto espiritual ao profissional, da saúde física a mental, em resumo, de ponta a ponta.
São poucos os investimentos que valem tanto quanto aprender a planejar as nossas vidas, definir para onde deve ir nosso desenvolvimento pessoal e descobrir como conquistar isso tudo a cada dia. E é exatamente isso que o Coaching pode nos proporcionar.
As ferramentas utilizadas são muitas: roda da vida, espiral dinâmica, definição de meta, tarefas diversas,…
Independente das ferramentas, o grande responsável pelo resultado final é uma única pessoa: você (eu, cada um de nós que escolhermos passar pelo processo).
O processo de Coaching é muito motivador, pois não foca no problema e sim na solução. O foco é sempre onde queremos estar, o que queremos alcançar, por isso, qualquer dificuldade que apareça no processo conta com uma forte motivação e força de vontade para superá-la, afinal de contas, poucas coisas nos motivam tanto quanto alcançar nossos sonhos, metas e objetivos.
Se você quer crescer mais como pessoa, profissional,…, ser humano como um todo, faça Coaching.
Se você tem um objetivo que queira alcançar na vida, faça Coaching.
Se você quer refletir mais profundamente sobre seus valores e crenças e até aprender como transformá-los, faça Coaching.
Se seu empenho for verdadeiro, o resultado é garantido.
Só tem um efeito colateral: você não consegue parar de querer aprender mais sobre o tema.
Marcelo Felippe
Treinamentos Corporativos Comportamentais
Desenvolvimento Pessoal
Coaching
www.marcelofelippe.com.br
Jairo Mancilha(*)
Há cerca de 40 anos, Mcluhan afirmava: “O meio é a mensagem”, mas a experiência nos ensina que nós é que somos a mensagem.
Se você quer se tornar um comunicador melhor, é bom lembrar-se que você é a mensagem. O composto pessoal que engloba sua expressão facial, as palavras que você fala, sua voz, a maneira como se movimenta e sua atitude constroem a mensagem que você emite para os outros. Isso tudo junto forma um composto que é você. Você se torna a mensagem. As pessoas não podem distinguir entre as palavras e quem as pronuncia. Tudo está mesclado. Portanto, você é a mensagem!
Seja falando com uma só pessoa ou um grupo grande, aqui vão 10 mandamentos essenciais para quem quer se comunicar bem.
1º) Seja simpático, agradável, cativante e crie empatia com a audiência.
Quando você cria empatia com a audiência, ela estará num estado no qual aceita as suas sugestões. A empatia deixa as pessoas mais receptivas e menos críticas a você e ao que você diz. A palavra simpatia vem do grego sun=com pathein=sentir, sentir com, criar semelhanças, pontos em comum e a fazer coisas juntos.
Sorrir ajuda a ganhar a platéia. Quando alguém sorri para a gente nossa resposta automática é retribuir o sorriso. Sorrir cria uma conexão porque você se equiparou a outra pessoa. Uma vez estabelecida a conexão com o grupo, ele o perdoará por qualquer coisa. Sua audiência quer que você se saia bem. Ela está torcendo por você.
É importante ganhar a conexão com a platéia no início da apresentação porque, depois disso, as coisas fluem. Ajuda a criar empatia você estar totalmente confortável na frente da audiência, sem fazer ou dizer nada ou se mover.
Quando você começar a se movimentar e a falar, faça isso intencionalmente e, assim, conseguirá um melhor impacto. A idéia é que tudo que fizer na frente da audiência seja feito com presença e intencionalmente.
Se você fosse dominar apenas um elemento da comunicação, seria esse, porque se for simpático já começará com o pé direito.
Uma qualidade das pessoas simpáticas é que elas são, genuinamente, preocupadas com os outros. Pessoas antipáticas queixam-se sobre os seus problemas, falam num tom monótono, raramente sorriem e são, freqüentemente, centradas em si mesmas. Um outro traço das pessoas simpáticas é que elas são otimistas. O otimista vê oportunidade em qualquer dificuldade ao contrário do pessimista que vê dificuldade em qualquer oportunidade.
Se você quiser ser uma pessoa simpática evite ser uma pessoa queixosa, “pobre de mim”. Uma pessoa simpática simplesmente estende a mão, sorri, cuida dos seus próprios assuntos e ri facilmente, especialmente dela própria. Aproxime-se e conviva com pessoas simpáticas e alegres e irá se tornando mais simpático por tabela. Você se tornará um comunicador melhor com isso porque vai carregar sempre consigo a “bala mágica” da simpatia.
Para tornar-se mais simpático e cativante: ame a si mesmo, ame seu tema e ame sua audiência!
2º) Comunique com energia.
A energia de um bom comunicador é percebida como força vital, vitalidade, entusiasmo. Isto é fundamental. Se você não tem energia, não terá platéia.
Você pode gerar energia através do seu tom de voz, de seus gestos, de seu olhar, de seus movimentos e da sua presença.
Criamos nossos estados através da nossa fisiologia (tudo relacionado ao corpo), nossa linguagem, o foco do nosso pensamento e nossas crenças. O estado em que você estiver, afetará todos ao seu redor. Estados são contagiantes. Por exemplo, posso facilmente criar uma energia ou estado de paz, entusiasmo ou agitação.
Em última análise, a maneira como se sente internamente determina o resultado que você obtém. A comunicação é dependente do estado.
Corpo e mente são um sistema, os pensamentos que você mantém na sua mente, juntamente com a sua fisiologia, determinam a maneira como se sente. Portanto, uma mudança na fisiologia ou no seu foco pode mudar sua maneira de sentir. Você pode mudar sempre que quiser tanto a sua maneira de sentir quanto o seu estado. Isso significa você no controle.
As coisas funcionam muito melhor quando você está no estado adequado. O estado em que você está determina o seu sucesso.
Quando estiver falando em público, lembre-se: você é o “meteorologista da sala”, você controla o clima.
Uma outra dica para elevar o nível de energia: “Lembre-se de um momento em que você se comunicou muito bem porque vibrava e acreditava no que estava dizendo. Lembre-se como se sentiu e traga esse estado com você”.
3º) Aprenda a pintar imagens com suas palavras.
Uma imagem, em termos de ativação cerebral, vale por mil palavras. Mesmo que não use um projetor de imagens, você pode criá-la na cabeça dos ouvintes com as palavras que você usa. Por exemplo, se for falar que a produção de petróleo foi de 1 milhão de litros, pode dizer que foi de um Maracanã cheio de petróleo. A imagem que o ouvinte vai fazer através de suas palavras ativará o cérebro dele e isso o levará a uma melhor compreensão e retenção do que está dizendo.
Use uma linguagem que crie uma imagem do que você quer que a pessoa pense e não o contrário. Imagine a cena - uma criança sentada à mesa brincando e um copo de leite estava à sua frente; ela está ali há 5 minutos; entra a mãe na sala e grita, “Cuidado, não derrame o leite” Em alguns segundos a criança movimenta o seu braço que bate no copo e derrama o leite. As palavras da mãe criaram, na mente da criança, a ação do que não deveria fazer. E como dissemos acima, uma imagem vale por mil palavras.
Fale de maneira a criar na mente de quem o está ouvindo o que você deseja, as mensagens que quer ouvir que estimularão as ações a serem realizadas.
Quando o cérebro humano está criando uma representação interna ele não pode diretamente representar um conceito negativo. Se eu disser não pense em uma árvore azul, você imediatamente pensará numa árvore azul. Você não pode não pensar em algo que não deveria estar pensando sem pensar sobre ele. Por exemplo, não pense sobre isso por um instante, não pense sobre o que eu falei agora.
Freqüentemente, ouvimos o conteúdo de alguns apresentadores usando palavras que descrevem, exatamente, o que você não deve pensar ou fazer. Por exemplo, um vendedor que diz: “Comprando esse produto você não vai jogar dinheiro fora porque, para nós, a coisa mais importante é que você não perca dinheiro”. Ele comunicaria melhor dizendo: “comprando esse produto você vai usar bem o seu dinheiro porque é importante para nós que você economize seu dinheiro”.
Aprenda a usar as palavras a seu favor. Use também figuras de linguagem, metáforas e analogias que ajudem o ouvinte a criar imagens do que você está falando.
4º) Esteja preparado.
Prepare bem o conteúdo e a seqüência de sua fala. Faça um ensaio mental do seu discurso e prepare também o estado em que você quer estar.
Não precisa ser a maior autoridade do mundo no assunto, mas seus ouvintes precisam sentir que você sabe mais sobre o tema do que eles. Eles têm que perceber que você fez o trabalho de casa e que traz algo um pouco diferente do que já sabem. Se os seus ouvintes sentem que você investiu tempo e reflexão no seu discurso, as chances são maiores de lhe avaliarem como um bom orador.
Uma lista de preparação pode ser:
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1) - |
Avalie com antecedência a sua audiência; |
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2) - |
Considere o contexto (aniversário, anúncio, negócios etc); |
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3) - |
determine a duração da sua apresentação (sempre fale um pouco menos do que o permitido e a audiência ficará surpresa e agradecida); |
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4) - |
determine o propósito da sua fala: a) entreter, b) informar, c) inspirar, d) persuadir (bons discursos freqüentemente combinam os 4 elementos); |
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5) - |
decida, em uma pequena frase, o seu tema central; |
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6) - |
junte fatos, faça pesquisa dos pontos que podem interessar ao grupo; |
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7) - |
decida como vai começar e a estrutura de sua fala e faça um roteiro ou mapa mental; |
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escolha os exemplos, fatos e analogias que você vai apresentar; |
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9) - |
pratique em voz alta sua fala, de preferência gravando. Quanto mais você ensaiar em voz alta, melhor será sua fala; |
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10) - |
Invista um tempo, no início, para ganhar a atenção da audiência antes de começar a falar (faça uma pausa e estabeleça contato ocular). |
5º) Esteja confortável.
Acesse o estado de conforto que você quer que a sua audiência esteja. Estados são contagiosos. No dia do seu discurso, procure ficar longe de más notícias e pessoas negativas. Se estiver nervoso quando começar a falar, causará desconforto na audiência. Evite se engajar em fofocas e comentários sarcásticos sobre outros quando eles não estão presentes. Mantenha uma atitude positiva e, sempre que possível, diga coisas positivas sobre os outros.
Você pode parecer mais confortável se não fizer movimentos bruscos. Mantenha o seu ritmo. Se reagir à pressão de tempo, vai aparentar desconforto.
Isso deixará os outros confortáveis. O conforto e a descontração do orador passam para a platéia. Então, quando se levantar, aparente que está confortável. Leve o seu trabalho a sério, mas não se leve tão a sério. Mantenha o bom humor. Converse com a sua audiência e a descontraia e, assim, você também ficará confortável. Desfrute o prazer de falar.
6º) Seja comprometido.
Se você sabe o quê está dizendo, o porquê do que está dizendo e se importa com isso, falará bem. Aprenda a ser você mesmo.
É preciso levar seus ouvintes a perceberem que você realmente leva a sério o que está falando. Eles não precisam acreditar no que você está dizendo. Eles têm que acreditar que você acredita no que está dizendo e, se esse for o caso, você os tocará. Pessoas comuns tornam-se oradores extraordinários quando se tornam acesas pelo comprometimento. Se a audiência sente que não é sincero, ela não vai se importar com o que você está falando e vai perdê-la. Faça o que fala e fale o que faz. E tudo isso com convicção e energia.
7º) Seja interessante.
É mais fácil ser interessante do que você pensa. É necessário um pouco de imaginação e foco. Não se limite aos parâmetros do seu assunto, faça analogias com outros campos, pense em colocar o que está dizendo em uma perspectiva histórica ou compare-o com algo que seja familiar aos seus ouvintes.
Lembre e anote histórias e temas que você pode usar nos seus discursos. Liste 10 histórias-chave com as quais pode entreter a audiência porque você raramente fala para a mesma audiência.
Oradores entediantes não deveriam ter permissão de falar por muito tempo. A vida é emocionante e interessante e eles não deveriam ter permissão de tirar a alegria da vida da gente. Ser comprometido ajuda. Aumentar o nível de energia e contar histórias ajudam muito. Uma boa dica é fazer pelo menos 30% de suas leituras em campos fora do seu. Isso vai lhe dar uma base e torná-lo mais interessante. Se você não tem nada a dizer, fique quieto. Se tem, fale bem.
8º) Utilize seu corpo e sua voz como instrumentos.
Estamos sempre nos comunicando com a nossa fisiologia e precisamos saber que mensagens estamos passando, não verbalmente, para nossa audiência.
O estudo realizado pelo Professor Albert Merabian, na Universidade da Califórnia, sobre o impacto da comunicação, mostrou que 7% do impacto vêm do conteúdo do que se fala, 38% de como se fala e 55% da comunicação não verbal, isto é, postura, gestos, contato ocular, expressão facial etc. Então, 93% do impacto da nossa comunicação vem de como falamos e da nossa presença.
A terapeuta americana Virginia Satir, partindo do pressuposto de que corpo e mente são um sistema, identificou alguns padrões de comunicação não verbal.
O primeiro padrão é equilibrador - leveler (fisiologia simétrica, mãos com as palmas para baixo, pés paralelos, corpo equilibrado, mãos e braços estendidos para fora, os braços se movem do tórax para a linha média do corpo, movimentando-se para fora). Esse padrão passa equilíbrio, decisão, autoridade e acalma as pessoas.
O segundo padrão é o apaziguador - placater, (fisiologia simétrica, palmas das mãos viradas para cima, mãos movendo-se para cima e com uma leve inclinação da cabeça). Esse padrão sugere abertura e vulnerabilidade. O apaziguador concorda com tudo que você fala e está sempre tentando agradar. Geralmente ele tem baixa auto-estima e valoriza muito a aprovação dos outros.
O terceiro padrão é o acusador - blamer, (assimétrico, inclinado para frente, apontando o dedo, “é sua culpa”). O padrão do acusador pode trazer mais energia na apresentação e, uma maneira útil de usá-lo, é fortalecer uma pessoa, apontando para ela e dizendo, “você pode fazer isso”.
O quarto padrão é o racionalizador - rational, (postura simétrica, braços cruzados, mãos no queixo, pose do pensador, “eu sou a autoridade, aqui estão os fatos”). Use a postura do racionalizador quando você quer comunicar que está pensando naquilo que vai dizer.
O quinto padrão é o distraidor - distracter, (fisiologia assimétrica, angular e incongruente, “eu não sei, não é minha culpa”). Essa postura pode ser útil para distrair pessoas muito críticas. Com ela você difunde a energia do crítico.
O tom de voz também é importante. O tom de voz para cima = pergunta. Tom de voz no mesmo nível = afirmação. Tom de voz para baixo = comando.
Abra a boca para falar. Fale para fora. Pronuncie bem cada palavra, principalmente, os seus finais.
Toda palavra tem uma sílaba tônica, que marca seu significado. Por exemplo. Sábia, Sabia e Sabiá se escreve igual. Distinguimos o significado pela sílaba tônica. Então afirme a sílaba tônica das palavras.
Varie o seu tom de voz. Fale alto, fale baixo, fale devagar e às vezes depressa. Faça pausas. Fale com ressonância, projetando a voz. Fale com congruência passando o sentimento daquilo que você está falando.
Lembre-se de respirar bem, pois o ar é o combustível da fala.
9º) Fale com propósito.
Dê uma moldura, construa uma caixa onde a audiência possa depositar o que você vai falar. Ajuda muito a compreensão se a audiência perceber, logo de início, a estrutura e o objetivo do seu discurso.
A audiência precisa saber, desde o início, o seu propósito e sobre o que vai falar. Isso contribui para facilitar a compreensão e manter o interesse. Um bom discurso tem um início, um meio e um final. Você pode começar dizendo qual o tema que escolheu para sua palestra. Em seguida, discorra sobre o assunto e termine resumindo tudo o que foi dito. Assim, a audiência reterá os pontos-chave da sua palestra. Se quiser, pode terminar com uma frase de impacto que sintetize a essência do seu discurso.
Dizer tudo o que for preciso, somente o que for preciso, nada mais do que for preciso é uma tarefa que precisa ser perseguida com obstinação. Principalmente depois que o palestrante conseguir dominar e controlar as suas ações e perceber um bom retorno para as mensagens, correrá o risco de exceder o limite de tempo desejado.
10º) Esteja presente.
No momento em que você se ergue à frente de uma audiência, não interessa o que aconteceu ou o que está acontecendo. Esqueça tudo. A coisa mais importante é estar aqui e agora com a platéia. Quando estiver na frente da audiência expanda a sua consciência para os quatro cantos da sala.
Reconheça-se falando e seja o sujeito de seu discurso. Sinta seu corpo e seus pés no chão. Ouça o que você fala. Observe a sua postura e os seus gestos. Esteja junto das suas emoções e das suas palavras. Mantenha o contato ocular com a platéia e perceba isto. Veja a platéia e se veja. Abra o olhar. Olhe somente em olhos. Reconheça-se como sujeito da sua fala. E principalmente, esteja amorosamente presente, observando com os olhos do coração, na paz e na neutralidade.
O carisma de alguns oradores está relacionado ao seu estado de energia, presença e de alinhamento interno. Citando O Grande Serão Veredas, “Medeiros Vaz, ele tinha conspeito tão forte, que perto dele até o doutor, o padre e o rico se compunham”, … Confiança - o senhor sabe – não se tira das coisas feitas ou perfeitas, ela rodeia é o quente da pessoa.”
Quando você está presente, inteiro no seu papel e desempenho de ser você mesmo, sendo quem é na frente da sua audiência, você cria, emite e transmite essa confiança e esse carisma.
Para concluir, vamos relembrar os 10 mandamentos:
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1º - |
Seja simpático, agradável, cativante e crie empatia com a audiência |
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2º - |
Comunique com energia |
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3º - |
Aprenda a pintar imagens com suas palavras |
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4º - |
Esteja preparado |
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5º - |
Esteja confortável |
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6º - |
Seja comprometido |
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7º - |
Seja interessante |
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8º - |
Utilize seu corpo e sua voz como instrumentos |
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9º - |
Fale com propósito |
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10º - |
Esteja presente |
(*) Jairo Mancilha - médico, trainer internacional em Neurolingüística-PNL e Coaching, diretor do INAp-Instituto de Neurolingüística Aplicada www.pnl.med.br
O conceito de Vendas vem evoluindo bastante nos últimos anos. Temos temas como Venda Consultiva, Vendas de Alto Impacto entre tantos outros modelos e treinamentos que vemos hoje no mercado. A cada dia que passa essas teorias e práticas se aproximam mais da atenção a real necessidade do cliente e não somente da venda em si.
A cada novo modelo, aproximamo-nos mais da pessoa e nos afastamos mais do produto ou serviço que queremos oferecer. Uma pergunta que pode surgir em nossas cabeças é aonde essa evolução diária vai nos levar? Já pensaram nisso?
A verdade - pelo menos a minha - é que fazemos uma “luta” diária para ficar tentando adivinhar o que o cliente vai gostar, como agradá-lo, como deixá-lo feliz para que ele continue sempre comprando.
Eu sou vendedor, mas também sou comprador. Os vendedores em alguns momentos de suas vidas também são compradores. Entrem por um instante no papel de comprador. O que te deixa realmente feliz em um atendimento? O que te faz comprar efetivamente com uma pessoa e não com outra? O melhor vendedor que já te atendeu, que características ele tinha?
Se analisarmos essa pergunta profundamente e não superficialmente, talvez encontremos uma resposta: o interesse sincero que a outra pessoa (Comprador) só compre algo que realmente a deixe feliz e satisfeita.
Se você vai comprar algumas coisas para sua casa e o vendedor que te atende procura entender as suas necessidades a tal ponto de dizer, se for preciso, que alguns produtos que você necessita são mais baratos na loja ao lado, talvez o dono da loja fique um pouco chateado com esse vendedor porque ele não fará uma venda tão grande. Mas, com certeza, da próxima vez que esse cliente for comprar algo para a casa dele, adivinha aonde ele vai passar primeiro? Ou advinha para quem ele vai ligar primeiro?
Exatamente, ele vai ligar para o vendedor que se colocou no lugar dele a ponto de deixar de vender-lhe algo por não ser o mais adequado.
Quem tira uma foto desse cenário no momento presente vai ver que quem se deu bem foi o vendedor da loja ao lado, mas se você analisar a médio e longo prazo vai descobrir que esse vendedor vai superar todas as suas metas, sabe por quê? Porque ele vai ganhar a tal ponto a confiança dos clientes que, ao longo do tempo, deixará de ser vendedor e passará a ser alguém que ajuda o cliente a comprar o melhor para ele. E mais do que isso, sabe quem vai vender os produtos para esse vendedor? São todos os clientes que algum dia passaram pela loja e foram atendidos por ele, mesmo que naquele momento não tenham comprado nada.
Sabe por que isso acontece? Porque esse vendedor tem um interesse genuíno no cliente, na pessoa.
Para conseguir isso existem duas opções de caminhos:
Opção I: Fazer vários cursos de vendas, estudar bastante, conversar com os melhores vendedores, tentar aprimorar a cada dia técnicas e mais técnicas de vendas;
Opção II: Em vez de fazer cursos e cursos de vendas, faça apenas um e invista seu tempo em aprender que a coisa mais importante do mundo são as pessoas. Isso significa dizer que o que vem em primeiro lugar é o bem estar de todos, independente de qualquer profissão que você tenha. Se você se interessar sinceramente pelo bem estar de todos diria que você já aprendeu 70% do que os cursos mais modernos vão tentar te ensinar de uma forma que muitas vezes pode se tornar artificial.
E para os outros 30%? Para esses 30%, precisamos fazer cursos que nos façam aprender mais sobre o processo.
O que quero dizer com tudo isso?
Quero dizer simplesmente que, não só para o universo de vendas, mas para quase tudo na vida, se nos interessarmos sinceramente pelo outro a ponto de só fazermos para ele aquilo que gostaríamos que ele fizesse para nós teremos 70% do que precisamos para a vida.
E os outros 30%? Para adquirir esses outros 30%, continue estudando, fazendo cursos e tudo aquilo que achar necessário.
Lembre-se, isso é somente um ponto de vista. Não sei se funcionará para você, mas no meu caso e de algumas pessoas que conheço sabe onde sempre voltamos para comprar?
Exatamente, naquele vendedor…
Por Jairo Mancilha
O que é saber vender? Que abordagens facilitam uma venda?
Com certeza, a compreensão de como o ser humano processa informação e se comunica é um bom começo. A Programação Neurolingüística (PNL) tem uma contribuição a dar nessa área, ela estuda a estrutura da experiência subjetiva, lida com nossa maneira de pensar e de utilizar a linguagem e é um sistema que envolve uma profunda compreensão do ser humano.
A PNL baseia-se em alguns pressupostos úteis e eficazes em qualquer interação humana. Vejamos apenas dois:
1. O mapa não é o território ou como diria Guimarães Rosa, “cada um só vê e entende as coisas dum seu modo”. Então para comunicar-se bem com um cliente ajuda muito perceber e respeitar o seu mapa ou sua percepção da realidade e ver as coisas como ele as vê.
2. A comunicação é reduntante e é impossível não nos comunicarmos, mesmo quando não estamos falando. A comunicação verbal constitui menos de 10% da mensagem que passamos. Os outros 90% ocorrem não verbalmente: como falamos, nosso tom de voz, postura, gestos, expressão facial, roupa, como nos movimentamos etc. E em geral não temos consciência disso.
Para cativar o cliente é preciso criar uma ponte até ele. Essa ponte é a empatia ou rapport. Isto acontece quando percebemos a maneira como o cliente funciona (pensa, sente, fala, enfim como ele se comunica) e entramos na mesma frequência de onda. O acompanhar e espelhar com discreção e elegância o comportamento, a voz, as emoções, a respiração, a postura e o ritmo do cliente, faz com ele se sinta compreendido, aceito e respeitado. “Similia similibus”, o semelhante atrai o semelhante. Depois de acompanhar por alguns minutos você será capaz de começar a conduzir o cliente. É como na dança, temos que entrar no rítmo primeiro para depois conduzir.
Nesse processo, saber como o cliente pensa também conta.
Pensamos usando os sentidos internamente, isto é, vendo imagens, ouvindo, falando internamente e sentindo. Os sentidos são nossos sistemas representacionais, isto é, como representamos a realidade internamente. Cada um de nós tende a usar mais uma dessas modalidades e ao falar nossas palavras revelam se somos mais visuais, auditivos ou cinestésicos . Por exemplo, um cliente que processa a informação mais visualmente diria “não estou vendo bem o que você está mostrando, não está claro.”Um cliente mais auditivo diria “o que você está dizendo não está soando bem. Um cinestésico falaria “o que você está me passando não está batendo com o que eu quero”.
Ouvindo os verbos, adjetivos e advérbios de alguém podemos perceber qual é o seu sistema representacional preferido. Usar o mesmo sistema representacional do cliente é uma boa maneira de criar rapport e entendimento, pois estaremos falando a sua lingua. Uma outra maneira de perceber como o cliente está pensando é observar seus olhos. Quando pensamos movemos inconscientemente os olhos, como se estivéssemos buscando informações. Quem pensa visualmente (através de imagens) movimenta os olhos para cima, quem pensa auditivamente movimenta os olhos horizontalmente, quem pensa falando consigo mesmo olha para baixo e para a esquerda e quem pensa mais sentindo tende a olhar para baixo e para direita. Isso vale para maioria das pessoas.
Outra maneira de fortalecer a empatia e a compreensão é repetir de volta para o cliente, resumidamente, o que ele disse, usando as mesmas palavras e o mesmo tom de voz dele. Com isso o cliente sente-se compreendido e percebe que estamos ouvindo-o com atenção. Durante uma venda, esse backtracking além de criar e demonstrar rapport, é bom para reduzir mal entendidos e pra introduzir uma pausa natural antes de continuar fazendo a venda.
No processo todo descobrimos os desejos concretos do cliente. O que ele quer e porque isso é importante para ele, o valor que ele está buscando com a compra, o que ele ganha comprando. Vender é identificar e atender as necessidades do cliente. Então saber vender é fazer a ligação do seu produto ou serviço com a necessidade do seu cliente para o benefício de ambos.
Este artigo foi publicado na revista Forbes.
Por Dr. Gilberto G. Barros.(*)
Que estresse…Sinto-me estressado…Levo uma vida estressante… Constantemente ouvimos estas frases nas conversas diárias quando alguém se refere àquele cansaço, aquela ansiedade e depressão que acontecem mais cedo ou mais tarde a todas as pessoas envolvidas com a família, o trabalho ou com as preocupações sociais e financeiras. Constatamos também que o stress é o responsável por grande parte das mortes causadas por doenças cardiovasculares, problemas pulmonares e suicídios.
A palavra estresse ou stress, deriva do latim, língua dos antigos romanos que significava ‘ “aflição” ou “adversidade”. Em 1800, aproximadamente, seu significado evoluiu para “pressão” ou “esforço”. Então fica mais fácil entender porque algum estresse é sempre benéfico ao nosso organismo. Todos nós precisamos de alguma pressão ou esforço para funcionar em meio às diversas situações da vida. Mas, afinal, o que é o stress?
O estresse é a resposta do organismo a qualquer estímulo físico, químico, mental ou emocional. Ficar contente com uma promoção, triste com o término de um relacionamento amoroso ou perda do emprego, ansioso ao iniciar uma dieta, sofrer um assalto, um acidente, enfrentar um desafio ou um perigo são situações que provocam reações químicas no corpo. Isso não é um privilégio da vida moderna, só que no mundo globalizado e competitivo em que vivemos atualmente, nós estamos rodeados por estímulos provocantes de estresse.
Quando ocorre o estresse, o organismo sofre uma descarga hormonal e se prepara para uma ação, da mesma forma que acontecia com um caçador na pré-história. Nessas ocasiões, os batimentos cardíacos ficam mais rápidos (taquicardia), a respiração acelera, a pressão arterial sobe, os brônquios se dilatam para que o sangue circule mais rapidamente e vá oxigenar mais os tecidos. Mas não é só isso: o baço se contrai para que possa enviar mais glóbulos vermelhos ao sangue; o fígado libera mais glicose na corrente sanguínea para fornecer mais energia aos músculos e ao cérebro; as pupilas se dilatam, aumentando assim o nosso campo visual; e no sangue cresce o número de glóbulos brancos (linfócitos), que tem a função de reparar os danos físicos e agir na defesa contra agentes agressivos como vírus e bactérias. Apesar disso, o estresse nem sempre é ruim para o organismo.
Como foi dito anteriormente, algum tipo de estresse é sempre necessário e benéfico para o corpo, pois nos prepara para uma defesa. O problema é quando o nosso organismo dispara as reações por um longo tempo ou a somatória destas reações sem tempo adequado para que o nosso organismo se reorganize. Assim, em vez de melhorar a performance, o que ocorre é uma queda em todas as funções orgânicas, provocando uma intensa diminuição da resistência a doenças e o sistema entra em crise, perdendo reservas de energia e de tecido muscular. Há também um enfraquecimento geral que pode levar a morte. Se não houver interrupção do estresse, todo o organismo pode entrar em falência - fase de esgotamento do estresse, fadiga orgânica ou distress. Essa situação piora quando se faz uso de álcool, tabaco ou outras drogas, na tentativa de relaxar. Cerca de 45% dos adultos no mundo sofrem os efeitos negativos do estresse na saúde.
Da mesma forma que muitas são as causas do stress, muito também são os sintomas: desânimo e desatenção, insônia e exaustão, pressão alta (hipertensão) ou pressão muito baixa (hipotensão), falta de apetite ou excesso de apetite (compulsão), baixa da auto-estima, dor de cabeça, náuseas e vômitos, dores no peito, músculos e nas articulações, falta de vontade de fazer sexo – são alguns dos alertas de um corpo estressado.
Para evitar e controlar o estresse podemos – e devemos – tomar alguns cuidados e criar alguns hábitos como fazer as refeições em horas certas e em tranqüilidade, mantendo uma alimentação saudável, rica em frutas, legumes e frutas; fazer uma atividade física diária (pode ser uma caminhada de 30 min à 1 hora); reservar 1 a 2 horas diárias para lazer e dormir cerca de 8 horas diárias.
Atualmente, no mundo competitivo em que vivemos, é praticamente impossível seguir as todas as determinações acima, e por isso a procura por vários tranqüilizantes, ansiolíticos, antidepressivos, anti-stress, antitudo… vem aumentando acentuadamente e o risco de nos tornarmos dependentes – também.
Dentro deste panorama a hipnose e principalmente a auto-hipnose vem conquistando um lugar de maior relevância, ganhando destaque como um tratamento de vanguarda, sem contra-indicações e riscos de efeitos colaterais.
O auto-relaxamento pela auto-hipnose provoca no nosso organismo a liberação do chamado hormônio do prazer – endorfina – que vai contrabalancear com a descarga de adrenalina em nosso organismo provocada pelo estresse e com isto, provocar um grande equilíbrio em nosso organismo, além de ativar o nosso sistema imunológico.
Para saber mais sobre o assunto, visite o site do Instituto Brasileiro de Hipnose Ericksoriana (www.ibrhe.com.br) ou entre em contato: ibrhe@ibrhe.com.br
(*)Gilberto G. Barros é médico, formado em 1975 pela Faculdade de Medicina de Valença, hipniatra há 13 anos, Presidente do Instituto Brasileiro de Hipnose Ericksoriana, Professor de Pós-graduação em Hipnose Clinica da SOHIMERJ-IBMR, professor de hipnose do INAP, vice-diretor do IMERJ, membro da Sociedade Médicas de Hipnose do Estado do Rio de Janeiro e da Sociedade Brasileira de Hipnose, autor do livro Hipnose Ericksoniana para Principiante.