Nos proximos dias 20 e 27 de julho e três de agosto, você terá a oportunidade de assistir palestras grátis sobre PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA que serão realizadas no Curso Brasas, da Tijuca, Rua Guapiara, 82, próximo ao metrô Saes Peña, a partir das 19:30.
OS TEMAS SÃO OS SEGUINTES:
20 de julho – segunda-feira
POR QUE ESTUDAR PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA?
27 de julho – segunda-feira
PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA E
QUALIDADE DE VIDA, TUDO A VER!
03 de agosto – segunda-feira
COMO USAR A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA
NO DIA-A-DIA.
As palestras serão ministradas por MÁRIO JORGE CHAGAS - é Gerente de Projetos, Master e Trainer em Programação Neurolingüística, Coach e Gestalt-terapeuta. Licenciatura e bacharelado em Matemática, Pós-graduação em Engenharia Econômica e Especialização em Filosofia.
VAGAS LIMITADAS!
INSCRIÇÕES
Envie e-mail para inap@pnl.med.br informando:
Nome, telefone, palestras de interesse e o local da mesma.
Jairo Mancilha(*)
Há cerca de 40 anos, Mcluhan afirmava: “O meio é a mensagem”, mas a experiência nos ensina que nós é que somos a mensagem.
Se você quer se tornar um comunicador melhor, é bom lembrar-se que você é a mensagem. O composto pessoal que engloba sua expressão facial, as palavras que você fala, sua voz, a maneira como se movimenta e sua atitude constroem a mensagem que você emite para os outros. Isso tudo junto forma um composto que é você. Você se torna a mensagem. As pessoas não podem distinguir entre as palavras e quem as pronuncia. Tudo está mesclado. Portanto, você é a mensagem!
Seja falando com uma só pessoa ou um grupo grande, aqui vão 10 mandamentos essenciais para quem quer se comunicar bem.
1º) Seja simpático, agradável, cativante e crie empatia com a audiência.
Quando você cria empatia com a audiência, ela estará num estado no qual aceita as suas sugestões. A empatia deixa as pessoas mais receptivas e menos críticas a você e ao que você diz. A palavra simpatia vem do grego sun=com pathein=sentir, sentir com, criar semelhanças, pontos em comum e a fazer coisas juntos.
Sorrir ajuda a ganhar a platéia. Quando alguém sorri para a gente nossa resposta automática é retribuir o sorriso. Sorrir cria uma conexão porque você se equiparou a outra pessoa. Uma vez estabelecida a conexão com o grupo, ele o perdoará por qualquer coisa. Sua audiência quer que você se saia bem. Ela está torcendo por você.
É importante ganhar a conexão com a platéia no início da apresentação porque, depois disso, as coisas fluem. Ajuda a criar empatia você estar totalmente confortável na frente da audiência, sem fazer ou dizer nada ou se mover.
Quando você começar a se movimentar e a falar, faça isso intencionalmente e, assim, conseguirá um melhor impacto. A idéia é que tudo que fizer na frente da audiência seja feito com presença e intencionalmente.
Se você fosse dominar apenas um elemento da comunicação, seria esse, porque se for simpático já começará com o pé direito.
Uma qualidade das pessoas simpáticas é que elas são, genuinamente, preocupadas com os outros. Pessoas antipáticas queixam-se sobre os seus problemas, falam num tom monótono, raramente sorriem e são, freqüentemente, centradas em si mesmas. Um outro traço das pessoas simpáticas é que elas são otimistas. O otimista vê oportunidade em qualquer dificuldade ao contrário do pessimista que vê dificuldade em qualquer oportunidade.
Se você quiser ser uma pessoa simpática evite ser uma pessoa queixosa, “pobre de mim”. Uma pessoa simpática simplesmente estende a mão, sorri, cuida dos seus próprios assuntos e ri facilmente, especialmente dela própria. Aproxime-se e conviva com pessoas simpáticas e alegres e irá se tornando mais simpático por tabela. Você se tornará um comunicador melhor com isso porque vai carregar sempre consigo a “bala mágica” da simpatia.
Para tornar-se mais simpático e cativante: ame a si mesmo, ame seu tema e ame sua audiência!
2º) Comunique com energia.
A energia de um bom comunicador é percebida como força vital, vitalidade, entusiasmo. Isto é fundamental. Se você não tem energia, não terá platéia.
Você pode gerar energia através do seu tom de voz, de seus gestos, de seu olhar, de seus movimentos e da sua presença.
Criamos nossos estados através da nossa fisiologia (tudo relacionado ao corpo), nossa linguagem, o foco do nosso pensamento e nossas crenças. O estado em que você estiver, afetará todos ao seu redor. Estados são contagiantes. Por exemplo, posso facilmente criar uma energia ou estado de paz, entusiasmo ou agitação.
Em última análise, a maneira como se sente internamente determina o resultado que você obtém. A comunicação é dependente do estado.
Corpo e mente são um sistema, os pensamentos que você mantém na sua mente, juntamente com a sua fisiologia, determinam a maneira como se sente. Portanto, uma mudança na fisiologia ou no seu foco pode mudar sua maneira de sentir. Você pode mudar sempre que quiser tanto a sua maneira de sentir quanto o seu estado. Isso significa você no controle.
As coisas funcionam muito melhor quando você está no estado adequado. O estado em que você está determina o seu sucesso.
Quando estiver falando em público, lembre-se: você é o “meteorologista da sala”, você controla o clima.
Uma outra dica para elevar o nível de energia: “Lembre-se de um momento em que você se comunicou muito bem porque vibrava e acreditava no que estava dizendo. Lembre-se como se sentiu e traga esse estado com você”.
3º) Aprenda a pintar imagens com suas palavras.
Uma imagem, em termos de ativação cerebral, vale por mil palavras. Mesmo que não use um projetor de imagens, você pode criá-la na cabeça dos ouvintes com as palavras que você usa. Por exemplo, se for falar que a produção de petróleo foi de 1 milhão de litros, pode dizer que foi de um Maracanã cheio de petróleo. A imagem que o ouvinte vai fazer através de suas palavras ativará o cérebro dele e isso o levará a uma melhor compreensão e retenção do que está dizendo.
Use uma linguagem que crie uma imagem do que você quer que a pessoa pense e não o contrário. Imagine a cena - uma criança sentada à mesa brincando e um copo de leite estava à sua frente; ela está ali há 5 minutos; entra a mãe na sala e grita, “Cuidado, não derrame o leite” Em alguns segundos a criança movimenta o seu braço que bate no copo e derrama o leite. As palavras da mãe criaram, na mente da criança, a ação do que não deveria fazer. E como dissemos acima, uma imagem vale por mil palavras.
Fale de maneira a criar na mente de quem o está ouvindo o que você deseja, as mensagens que quer ouvir que estimularão as ações a serem realizadas.
Quando o cérebro humano está criando uma representação interna ele não pode diretamente representar um conceito negativo. Se eu disser não pense em uma árvore azul, você imediatamente pensará numa árvore azul. Você não pode não pensar em algo que não deveria estar pensando sem pensar sobre ele. Por exemplo, não pense sobre isso por um instante, não pense sobre o que eu falei agora.
Freqüentemente, ouvimos o conteúdo de alguns apresentadores usando palavras que descrevem, exatamente, o que você não deve pensar ou fazer. Por exemplo, um vendedor que diz: “Comprando esse produto você não vai jogar dinheiro fora porque, para nós, a coisa mais importante é que você não perca dinheiro”. Ele comunicaria melhor dizendo: “comprando esse produto você vai usar bem o seu dinheiro porque é importante para nós que você economize seu dinheiro”.
Aprenda a usar as palavras a seu favor. Use também figuras de linguagem, metáforas e analogias que ajudem o ouvinte a criar imagens do que você está falando.
4º) Esteja preparado.
Prepare bem o conteúdo e a seqüência de sua fala. Faça um ensaio mental do seu discurso e prepare também o estado em que você quer estar.
Não precisa ser a maior autoridade do mundo no assunto, mas seus ouvintes precisam sentir que você sabe mais sobre o tema do que eles. Eles têm que perceber que você fez o trabalho de casa e que traz algo um pouco diferente do que já sabem. Se os seus ouvintes sentem que você investiu tempo e reflexão no seu discurso, as chances são maiores de lhe avaliarem como um bom orador.
Uma lista de preparação pode ser:
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1) - |
Avalie com antecedência a sua audiência; |
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2) - |
Considere o contexto (aniversário, anúncio, negócios etc); |
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3) - |
determine a duração da sua apresentação (sempre fale um pouco menos do que o permitido e a audiência ficará surpresa e agradecida); |
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4) - |
determine o propósito da sua fala: a) entreter, b) informar, c) inspirar, d) persuadir (bons discursos freqüentemente combinam os 4 elementos); |
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5) - |
decida, em uma pequena frase, o seu tema central; |
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6) - |
junte fatos, faça pesquisa dos pontos que podem interessar ao grupo; |
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7) - |
decida como vai começar e a estrutura de sua fala e faça um roteiro ou mapa mental; |
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escolha os exemplos, fatos e analogias que você vai apresentar; |
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9) - |
pratique em voz alta sua fala, de preferência gravando. Quanto mais você ensaiar em voz alta, melhor será sua fala; |
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10) - |
Invista um tempo, no início, para ganhar a atenção da audiência antes de começar a falar (faça uma pausa e estabeleça contato ocular). |
5º) Esteja confortável.
Acesse o estado de conforto que você quer que a sua audiência esteja. Estados são contagiosos. No dia do seu discurso, procure ficar longe de más notícias e pessoas negativas. Se estiver nervoso quando começar a falar, causará desconforto na audiência. Evite se engajar em fofocas e comentários sarcásticos sobre outros quando eles não estão presentes. Mantenha uma atitude positiva e, sempre que possível, diga coisas positivas sobre os outros.
Você pode parecer mais confortável se não fizer movimentos bruscos. Mantenha o seu ritmo. Se reagir à pressão de tempo, vai aparentar desconforto.
Isso deixará os outros confortáveis. O conforto e a descontração do orador passam para a platéia. Então, quando se levantar, aparente que está confortável. Leve o seu trabalho a sério, mas não se leve tão a sério. Mantenha o bom humor. Converse com a sua audiência e a descontraia e, assim, você também ficará confortável. Desfrute o prazer de falar.
6º) Seja comprometido.
Se você sabe o quê está dizendo, o porquê do que está dizendo e se importa com isso, falará bem. Aprenda a ser você mesmo.
É preciso levar seus ouvintes a perceberem que você realmente leva a sério o que está falando. Eles não precisam acreditar no que você está dizendo. Eles têm que acreditar que você acredita no que está dizendo e, se esse for o caso, você os tocará. Pessoas comuns tornam-se oradores extraordinários quando se tornam acesas pelo comprometimento. Se a audiência sente que não é sincero, ela não vai se importar com o que você está falando e vai perdê-la. Faça o que fala e fale o que faz. E tudo isso com convicção e energia.
7º) Seja interessante.
É mais fácil ser interessante do que você pensa. É necessário um pouco de imaginação e foco. Não se limite aos parâmetros do seu assunto, faça analogias com outros campos, pense em colocar o que está dizendo em uma perspectiva histórica ou compare-o com algo que seja familiar aos seus ouvintes.
Lembre e anote histórias e temas que você pode usar nos seus discursos. Liste 10 histórias-chave com as quais pode entreter a audiência porque você raramente fala para a mesma audiência.
Oradores entediantes não deveriam ter permissão de falar por muito tempo. A vida é emocionante e interessante e eles não deveriam ter permissão de tirar a alegria da vida da gente. Ser comprometido ajuda. Aumentar o nível de energia e contar histórias ajudam muito. Uma boa dica é fazer pelo menos 30% de suas leituras em campos fora do seu. Isso vai lhe dar uma base e torná-lo mais interessante. Se você não tem nada a dizer, fique quieto. Se tem, fale bem.
8º) Utilize seu corpo e sua voz como instrumentos.
Estamos sempre nos comunicando com a nossa fisiologia e precisamos saber que mensagens estamos passando, não verbalmente, para nossa audiência.
O estudo realizado pelo Professor Albert Merabian, na Universidade da Califórnia, sobre o impacto da comunicação, mostrou que 7% do impacto vêm do conteúdo do que se fala, 38% de como se fala e 55% da comunicação não verbal, isto é, postura, gestos, contato ocular, expressão facial etc. Então, 93% do impacto da nossa comunicação vem de como falamos e da nossa presença.
A terapeuta americana Virginia Satir, partindo do pressuposto de que corpo e mente são um sistema, identificou alguns padrões de comunicação não verbal.
O primeiro padrão é equilibrador - leveler (fisiologia simétrica, mãos com as palmas para baixo, pés paralelos, corpo equilibrado, mãos e braços estendidos para fora, os braços se movem do tórax para a linha média do corpo, movimentando-se para fora). Esse padrão passa equilíbrio, decisão, autoridade e acalma as pessoas.
O segundo padrão é o apaziguador - placater, (fisiologia simétrica, palmas das mãos viradas para cima, mãos movendo-se para cima e com uma leve inclinação da cabeça). Esse padrão sugere abertura e vulnerabilidade. O apaziguador concorda com tudo que você fala e está sempre tentando agradar. Geralmente ele tem baixa auto-estima e valoriza muito a aprovação dos outros.
O terceiro padrão é o acusador - blamer, (assimétrico, inclinado para frente, apontando o dedo, “é sua culpa”). O padrão do acusador pode trazer mais energia na apresentação e, uma maneira útil de usá-lo, é fortalecer uma pessoa, apontando para ela e dizendo, “você pode fazer isso”.
O quarto padrão é o racionalizador - rational, (postura simétrica, braços cruzados, mãos no queixo, pose do pensador, “eu sou a autoridade, aqui estão os fatos”). Use a postura do racionalizador quando você quer comunicar que está pensando naquilo que vai dizer.
O quinto padrão é o distraidor - distracter, (fisiologia assimétrica, angular e incongruente, “eu não sei, não é minha culpa”). Essa postura pode ser útil para distrair pessoas muito críticas. Com ela você difunde a energia do crítico.
O tom de voz também é importante. O tom de voz para cima = pergunta. Tom de voz no mesmo nível = afirmação. Tom de voz para baixo = comando.
Abra a boca para falar. Fale para fora. Pronuncie bem cada palavra, principalmente, os seus finais.
Toda palavra tem uma sílaba tônica, que marca seu significado. Por exemplo. Sábia, Sabia e Sabiá se escreve igual. Distinguimos o significado pela sílaba tônica. Então afirme a sílaba tônica das palavras.
Varie o seu tom de voz. Fale alto, fale baixo, fale devagar e às vezes depressa. Faça pausas. Fale com ressonância, projetando a voz. Fale com congruência passando o sentimento daquilo que você está falando.
Lembre-se de respirar bem, pois o ar é o combustível da fala.
9º) Fale com propósito.
Dê uma moldura, construa uma caixa onde a audiência possa depositar o que você vai falar. Ajuda muito a compreensão se a audiência perceber, logo de início, a estrutura e o objetivo do seu discurso.
A audiência precisa saber, desde o início, o seu propósito e sobre o que vai falar. Isso contribui para facilitar a compreensão e manter o interesse. Um bom discurso tem um início, um meio e um final. Você pode começar dizendo qual o tema que escolheu para sua palestra. Em seguida, discorra sobre o assunto e termine resumindo tudo o que foi dito. Assim, a audiência reterá os pontos-chave da sua palestra. Se quiser, pode terminar com uma frase de impacto que sintetize a essência do seu discurso.
Dizer tudo o que for preciso, somente o que for preciso, nada mais do que for preciso é uma tarefa que precisa ser perseguida com obstinação. Principalmente depois que o palestrante conseguir dominar e controlar as suas ações e perceber um bom retorno para as mensagens, correrá o risco de exceder o limite de tempo desejado.
10º) Esteja presente.
No momento em que você se ergue à frente de uma audiência, não interessa o que aconteceu ou o que está acontecendo. Esqueça tudo. A coisa mais importante é estar aqui e agora com a platéia. Quando estiver na frente da audiência expanda a sua consciência para os quatro cantos da sala.
Reconheça-se falando e seja o sujeito de seu discurso. Sinta seu corpo e seus pés no chão. Ouça o que você fala. Observe a sua postura e os seus gestos. Esteja junto das suas emoções e das suas palavras. Mantenha o contato ocular com a platéia e perceba isto. Veja a platéia e se veja. Abra o olhar. Olhe somente em olhos. Reconheça-se como sujeito da sua fala. E principalmente, esteja amorosamente presente, observando com os olhos do coração, na paz e na neutralidade.
O carisma de alguns oradores está relacionado ao seu estado de energia, presença e de alinhamento interno. Citando O Grande Serão Veredas, “Medeiros Vaz, ele tinha conspeito tão forte, que perto dele até o doutor, o padre e o rico se compunham”, … Confiança - o senhor sabe – não se tira das coisas feitas ou perfeitas, ela rodeia é o quente da pessoa.”
Quando você está presente, inteiro no seu papel e desempenho de ser você mesmo, sendo quem é na frente da sua audiência, você cria, emite e transmite essa confiança e esse carisma.
Para concluir, vamos relembrar os 10 mandamentos:
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1º - |
Seja simpático, agradável, cativante e crie empatia com a audiência |
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2º - |
Comunique com energia |
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3º - |
Aprenda a pintar imagens com suas palavras |
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4º - |
Esteja preparado |
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5º - |
Esteja confortável |
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6º - |
Seja comprometido |
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7º - |
Seja interessante |
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8º - |
Utilize seu corpo e sua voz como instrumentos |
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9º - |
Fale com propósito |
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10º - |
Esteja presente |
(*) Jairo Mancilha - médico, trainer internacional em Neurolingüística-PNL e Coaching, diretor do INAp-Instituto de Neurolingüística Aplicada www.pnl.med.br