Por Sandra em 31/07/09 às 23:41 | GERAL, NOVIDADES

 

Começam no dia 11 de Agosto o Curso de Programação Neurolinguística,  na Universidade Castelo Branco, no Recreio dos Bandeirantes.

Se você quiser mais informações fale com o Luiz Torrentes que ministrará as aulas. Mande um e-mail para pnl@pnl.med.br a/c Luiz Torrentes.

Por Sandra em 31/07/09 às 23:22 | GERAL

      VOCÊ SABE O QUE A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA

        PODE FAZER POR VOCÊ E SUA VIDA?

 Se quer saber (e sem pagar por isso), aproveite esta excelente oportunidade.

 PALESTRA VIVENCIAL: 

COMO USAR A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA
NO DIA-A-DIA.


Palestrante: Mario Jorge Chagas(*)

 

 

O que você está fazendo não está funcionando?

Então… faça outra coisa!

 

A questão é: se você sempre faz o que sempre fez, você conseguirá o que sempre conseguiu.

Se você quer algo novo, faça algo novo!

Repare que o Mundo está repleto de alternativas, e os nossos hábitos, algumas vezes, nos mantêm no caminho da mesmice, sem notar as diversas opções existentes.

Venha conversar com o Mario Jorge(*)   e descubra  como você pode implementar pequenas mudanças de hábito, no dia-a-dia, que podem ajudar a desenvolver uma comunicação eficaz e relacionamentos mais harmoniosos, com reflexos positivos na vida profissional e pessoal.

 

VENHA TER UMA EXPERIÊNCIA COM A PNL!

 03 de agosto – segunda-feira

 

* TIJUCA *
Curso Brasas - Rua Guapiara, 82 - próximo ao metrô Saens Peña

 

INSCRIÇÕES:

pnl@pnl.med.br

 

(*) Mario Jorge Chagas é Gerente de Projetos, Master e Trainer em Programação Neurolingüística, Coach e Gestalt-terapeuta. Licenciatura e bacharelado em Matemática, Pós-graduação em Engenharia Econômica e Especialização em Filosofia

 

 

 

 

Por Sandra em 31/07/09 às 23:13 | GERAL

A Palavra é quem traz tudo para nós, pela palavra” - com esta frase Margarida Ranauro encerrou sua palestra, dia 30, no INAp, convidando os presentes a prestarem muita atenção nas palavras que falam, nos sentimentos que sentem e nas ações que realizam. 

Margarida destacou também  a importância do auto-perdão comentando que grande parte das pessoas erra, se arrepende e… pára. “É preciso ir além do arrependimento compreendendo o erro, aprendendo com ele e regenerar a ação ( regenerAÇÀO)” - explicou a palestrante.

As crenças, outro ponto abordado por Margarida Ranauro, fez cada  participante pensar. Durante alguns minutos os presentes interagiram e refletiram sobre suas próprias crenças -  limitantes/sabatadoras ou potencializadoras - que foram  adquiridas ao longo da vida.

E finalizando sua palestra, Margarida Ranauro impactou os participantes com a apresentação do vídeo ”A Mensagem da Água” que, a pedidos reproduzimos aqui:

Após a palestra houve sorteio de um exemplar do livro de Margarida - A Palavra como Caminho - e a ganhadora foi Maria Marta da Silva, e também de uma bolsa de 50% para o curso básico de PNL e a sortuda foi Angela Quintela que muito feliz afirmou que  “uma  oportunidade desta nào é para se jogar fora” e garantiu que vai fazer o curso de Programação Neurolinguística.

Confiram alguns depoimentos:

“A palestrante foi muito clara e objetiva e fala de uma forma que agente escuta e sente o desejo de caminhar. Gostei muito.”- Maria Tereza Milagres.

“Adorei. Foi uma palestra enriquecedora”. - Rosangela Madalon.

“Gostei porque mais uma vez a gente constata o quanto a comunicação é importante entre as pessoas e a maneira de se expressar é fundamental. Saio com mais positividade”. - Rosana Goldemberg.

Por Sandra em 27/07/09 às 02:35 | ENTREVISTAS, GERAL

 A PALAVRA COMO CAMINHO - livro da  Engenheira Eletrônica com mestrado em Engenharia Biomédica, MARGARIDA RANAURO, editado pela Rocco, será o tema da palestra que a autora  vai fazer no INAp, no próximo dia 30.

Leiam a entrevista que fizemos com MARGARIDA RANAURO e deixe um comentário porque o mais interessante e/ou criativo vai ganhar  o livro A PALAVRA COMO CAMINHO. Participe!

Com este livro, Margarida Ranauro  nos presenteia  com um precioso instrumento para que possamos compreender o valor e a importância da palavra e a conseqüente correção dos rumos da própria vida.  Com um texto simples, agradável e penetrante  Margarida nos oferece mais do que conselhos sábios, sempre úteis e bem-vindos e sim uma orientação clara e precisa a respeito da palavra e de sementes capazes de enorme desenvolvimento para a conquista de um viver melhor.

  Acompanhem a entrevista:

 Blog do INAp:  Como surgiu em você o interesse pela “palavra”?

 Margarida Ranauro: Faz parte da minha caminhada de crescimento como ser humano a busca de uma consciência cada vez mais clara. Ouvi certa vez um ensino que diz “a palavra é quem traz tudo para nós pela Palavra” de um mestre espiritual. A partir daí comecei a estudar mais a respeito da palavra e como saber melhor utilizá-la para a conquista de coisas positivas na minha vida. Não me refiro a questões lingüísticas ou a utilização de técnicas de comunicação (por meio da força da palavra e do pensamento positivo) como estratégia para influenciar pessoas (falar e convencer) e conquistar coisas que se deseja. Meu objetivo é despertar as consciências para o valor e a importância da palavra em nossas vidas. Muitos males são o resultado da incorreta utilização da palavra – uma utilização de forma inconsciente e irrefletida. Proporcionar a compreensão da importância da escolha de cada palavra, a percepção de que ela é um boomerang (traz de volta o que é lançado) e iniciar um estudo a respeito da força e dos mistérios contidos nela. Para estar alerta ao que diz, como diz, para quem diz e o que representa o que é dito. Prestando atenção ao que se fala e promete, pois quem fala se compromete e depois fazer por onde por cumpri-la. Portanto, aprenderemos a utilizar as palavras como potencializadores de realizações, sucessos, vitórias e alegrias.

 

 BI: E qual foi o caminho até  o livro A PALAVRA COMO CAMINHO?

 MR: Escrevi o livro durante 9 meses e em seguida enviei-o para a editora Rocco, em três meses entraram em contato comigo, disseram que sentiram a força da sinceridade no livro e que tinham interesse em publicá-lo. O processo de publicação demorou 2 anos até o lançamento na livraria da Travessa no dia 23/09/2007.

 BI:Você coloca também a Palavra como destino. Pode nos explicar?

 MR: A palavra: esse instrumento que usamos todos os dias e nem sempre nos damos conta da força que tem. A própria palavra possui um mistério interessante pá – lavra, ou seja, que lavra. Instrumento que pode ser utilizado para movimentar e preparar a terra, para lavrar e plantar.  E nós plantamos - e realmente colhemos o que plantamos.  E esse plantio ocorre também por meio das palavras que utilizamos. Dessa forma, utilizar a palavra como uma boa semente é um aprendizado que se deve realizar a cada dia, buscando melhores vocábulos para estarem na nossa fala, na nossa escrita, no nosso pensamento e no nosso sentimento. Cada alvorecer é um novo desafio no qual é necessário estar alerta, ter cuidado e aproveitar as oportunidades de aprendizado e crescimento que a vida oferece.

 

 BI: Atualmente, o que se faz de pior no uso das palavras? como utilizar melhor as palavras? Pode dar algumas dicas?

 MR:  A linguagem dirige os pensamentos e, de alguma forma, auxilia a criar a realidade, limitando ou potencializando as possibilidades. A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para uma boa comunicação. A linguagem tem por objetivo a comunicação entre os seres humanos, portanto quanto mais precisa ela for, melhor será o resultado de nossa comunicação.

 

        * A frase que contém “não”, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O “não” existe apenas na linguagem e não na experiência.  Pense em “não”. Não vem nada à mente. Agora, não pense na cor vermelha: era para não pensar na cor vermelha e você pensou. Procure falar no POSITIVO e substituir o que você não quer pelo que você quer.

      * Cuidado com a palavra  MAS que diminui ou mesmo nega tudo que vem antes. O uso da palavra “mas” implica em uma coisa ou outra. O uso da palavra “e” significa que ambas as coisas podem existir ao mesmo tempo. Por exemplo: “O Marcos é um rapaz inteligente, esforçado, mas…”. Substitua o “mas” por “e”, quando indicado.

      * A palavra TENTAR pressupõe a possibilidade de falha. Exemplo “Vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas.” Em outras palavras: “Tenho chance de ir, pois vou tentar, mas estou sujeito a não conseguir.” Substitua a palavra TENTAR por FAZER. “Eu vou encontrar com você amanhã às 8 horas.” 

     Cuidado com NÃO POSSO ou NÃO CONSIGO: Essas palavras dão idéia de incapacidade pessoal. Ao invés de “não posso” ou “não consigo” use “não quero”.   Essas palavras pressupõem que algo externo controla a sua vida. Em vez delas use “quero”, “decido”, “vou”.   Isto libera o presente. “Eu tinha dificuldade em fazer aquilo.” 

     Em vez de dizer “Vou  conseguir”, diga “Estou conseguindo.” Esta diferença entre “quando” e “se” pode ser semelhante à diferença entre acreditando e desejando. Quando as pessoas acreditam que vão ficar bem, elas tomam mais atitudes nesse sentido. Se elas apenas têm esperança de ficar bem, elas não fazem muito esforço porque estão inseguras de obter o beneficio. Imagine suas diferentes reações agora se um médico lhe dissesse: “Se você ficar melhor…” à “Quando você ficar melhor…”

     Substitua ESPERO por VOU ou QUERO: Em vez de falar “Eu espero aprender isso”, diga “Eu vou aprender isso” ou “Eu quero aprender isso.” “Esperar” suscita dúvidas e enfraquece a linguagem. 

     Ao invés de dizer “Eu gostaria de agradecer a presença de vocês”, diga “Eu agradeço a presença de vocês.” Substitua “Eu queria fazer uma pergunta” por “Eu quero fazer uma pergunta.” Quando alguém usa o futuro do pretérito, apesar de ser um tempo verbal no futuro, ele expressa a idéia de passado. O Verbo no Presente fica mais forte e concreto.

 

 BI: O que é linguagem pro ativa e reativa que você aborda em seu livro?

 MR:  A linguagem que uma pessoa utiliza reflete a natureza das atitudes dela. É um bom indicador para observarmos qual o comportamento de alguém. A linguagem utilizada por pessoas reativas procura absolvê-las de responsabilidade, consistindo na transferência de responsabilidade para forças externas, circunstâncias ou para alguém. Sentem-se como vítimas, não tendo controle da vida e nem do destino delas. Por outro lado, as pessoas proativas buscam assumir a responsabilidade por acontecimentos e sentem-se motivadas em encontrar soluções. Seguem alguns exemplos da linguagem reativa e da proativa. 

Linguagem Reativa

Linguagem Proativa

Não há nada que eu possa fazer.

Vamos procurar alternativas.

Sou assim e pronto.

Posso tomar outra atitude.

Ela me deixa maluco.

Posso controlar meus sentimentos.

Eles nunca vão aceitar isso.

Vou buscar uma apresentação eficaz.

Tenho de fazer isso.

Quero encontrar a resposta apropriada.

Não posso.

Eu escolho.

Eu preciso.

Eu prefiro.

Ah, se eu pudesse…

Eu vou fazer.

BI: E a PNL? de que maneira ela contribui para um uso mais adequado das palavras?

MR:  O cuidado com a palavra tem sido objeto de estudo de diversas teorias e autores. A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como organizamos o que vemos através dos nossos sentidos. Também examina a forma como descrevemos isso por meio da linguagem e como agimos, intencionalmente ou não, para produzir resultados. A Programação Neurolingüística nos mostra também, como a mente processa as informações neurologicamente e como isto se reflete em nossos sentimentos e comportamentos. Segundo Richard Bandler, a PNL foi especificamente criada para nos permitir criar novas maneiras de entender como a comunicação verbal e não verbal afetam o cérebro humano. Desta forma, ela se apresenta como uma oportunidade invulgar, não só de comunicarmo-nos melhor com nós mesmos e com os outros, mas também, de aprender como obter maior controle sobre o que nós consideramos funções automáticas da nossa própria neurologia.

 

 BI: O que vc vai abordar na sua palestra do dia 30, no Inap?

 

 MR: A palestra é uma excelente oportunidade de:

- Compreender a interligação existente entre os sentimentos, pensamentos, palavras e atitudes;

- Descobrir como as crenças e convicções interferem limitando ou potencializando as nossas vidas;

-  Descobrir a possibilidade de cancelar e resignificar crenças;

 - Reconhecer que o que acreditamos a respeito de nós, dos outros, do passado e do futuro, nos faz sentir o que sentimos e viver o que estamos vivendo.

 - Refletir a respeito de algumas crenças pessoais;

 - Descobrir o processo de afastamento do ser humano do agora e do acúmulo de sentimentos negativos no coração;

-  Identificar possíveis caminhos de limpeza do coração;

- Perceber a importância do que nos concentramos na nossa vida;

- Entender a respeito da natureza dos pensamentos;

- Compreender o motivo das incoerências e da conduta única observadas no ser humano;

- Despertar para a importância de viver o aqui e agora;

- Revelar o valor, a importância e os princípios da palavra;

- Descobrir a palavra como verdadeiras sementes capazes de enorme desenvolvimento na vida do ser humano;

- Reconhecer o que são as palavras na prática;

- Despertar para a importância dos aprendizados na vida;

- Descobrir que “A Palavra é quem traz tudo para nós, pela palavra”.

BI: Uma mensagem final:

 MR:  A Palavra é o mais poderoso instrumento do homem. Através dela é possível destruir ou construir impérios - grandes líderes sempre possuem o dom da oratória. Alguns utilizam-na para o mal (Hitler) e outros para o bem (Gandhi) – o que os diferencia é o caráter. O caráter é a essência do comportamento humano e à medida que se baseia nos Princípios Universais torna-se mais firme, mais claro, mais maduro – além de proporcionar as mais doces colheitas da vida. Conseqüentemente a pessoa possui mais clareza e maior grau de maturidade e segurança (em relação às pessoas, oportunidades e desafios), refletindo-se naturalmente na natureza das palavras e das atitudes praticadas, ou seja em uma vida orientando-se pelos Princípios.

 Participem da palestra:

A PALAVRA COMO CAMINHO.

 

Dia 30 /07, ás 19:30, na sede do INAp, Praia do Flamengo.

Inscrições inap@pnl.med.br

Por Sandra em 25/07/09 às 20:41 | O QUE ACONTECEU NOS CURSOS

 

O curso  PHOTOREADING® -   Aprendizagem Acelerada pela Leitura ministrado nos dias 18 e 19 de Julho, por  Huarás Duarte vai ficar na memória - literalmente.

Huarás Duarte (camisa verde) com os participates. Alguns  vieram de longe: Campo Grande, Palmas, Belo Horizonte, São Paulo…

 Durante dois dias, os participantes  aprenderam  um método inédito que ensina um novo modelo de como lidarmos de maneira eficaz com as informações escritas. Diferente da leitura dinâmica, no método de PhotoReading o leitor não fica preocupado com a velocidade de leitura, mas direciona toda a sua atenção na qualidade desta, sempre se orientando por um objetivo, buscando compreensão e aprendizado em bem menos tempo.

Foram ensinadas as seguintes técnicas:

1. Preparação – para aumentar a concentração e o rendimento de leitura.

2. Prever - para ter uma visão geral da informação, perceber a estrutura do material e seus pontos mais importantes. Estabelecer o objetivo e as prioridades de leitura.

3. FotoLeitura - para estimular o lado direito do cérebro, o processamento e a memória não consciente, aumentando assim os insights e a intuição sobre a informação e facilitar a compreensão consciente.
4. Super Leitura - meio eficaz de achar rapidamente os pontos mais importantes da informação e de manter a leitura focada no objetivo e nas partes essenciais para a compreensão e aprendizado.
5. Mapa Mental – poderosa técnica de anotação que ajuda na percepção, na organização, no aprendizado e retenção da informação na memória de longo prazo.
  
O instrutor Huáras Duarte:  Learning Coach. Engenheiro e administrador de empresas. Trainer em Programação Neurolinguistica, Brain-Based Learning Consultant e PhotoReading Master Instructor. Executive e Personal Coach. Com mais de 12 anos de experiência em técnicas aceleradoras do aprendizado.
Fiquem ligados que em Breve Huarás vai voltar…
Por Sandra em 25/07/09 às 19:35 | GERAL

CLÁUDIA COLARES!

Parabéns Cláudia. O seu comentário foi o escolhido com o melhor. Entraremos em contato com você.

Comissão Julgadora: Jairo Mancilha, Mario Jorge Chagas, Dulce Gabiate e Sandra Braconnot

Confiram o comentário:

Qualidade de vida é conseguir tornar-se um ser total. Equilibrar a saúde psíquica e física, as emoções, os relacionamentos, a espiritualidade. É ter persistência de seguir e a maturidade de conhecer seus limites, e se for o caso: parar ou se transformar. É dizer SIM à vida todos os dias, apesar de tanto desamor e agressões ao redor. É ter a sabedoria de discernir. É respeitar seu corpo e sua mente.

Por Sandra em 20/07/09 às 19:12 | GERAL

Venha participar das palestras que serão realizadas esta semana:

 

 

* FLAMENGO *
Praia do Flamengo, 278 / 2º andar 19:30 ÀS 21:00

21 de julho – terça-feira
COACHING NA CONQUISTA DE METAS PESSOAIS E PROFISSIONAIS
Palestrante: Dr. Jairo Mancilha

 

 * BARRA DA TIJUCA *
Av. das Américas, 4801 / 3º Andar - Centro Médico Richet

 21 de julho – terça-feira 19:30 ÀS 21:00
CONQUISTANDO METAS COM A
PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA (PNL)

Palestrante: Lucas Rezende

 

* FLAMENGO *
Praia do Flamengo, 278 / 2º andar 19:30 ÀS 21:00

 

22 de julho – quarta-feira
GESTÃO INTEGRADA DE PESSOAS E NEGÓCIOS
Palestrante: Margarida Ranauro

 

23 de julho – quinta-feira 19:30 ÁS 21:00
COMO FALAR EM PÚBLICO COM SEGURANÇA E CONFORTO
Comunicação, Presença e Carisma

Palestrante: Dr. Jairo Mancilha

 * BARRA DA TIJUCA *
Av. das Américas, 4801 / 3º Andar - Centro Médico Richet

28 de julho – terça-feira - 19:30 ÀS 21:00

PNL COMO FERRAMENTA DE SUCESSO E QUALIDADE DE VIDA
Palestrante: Lucas Rezende


 Obs.: Haverá sorteio de livros e Bolsas em Cursos do INAp !!!

VAGAS LIMITADAS!

INSCRIÇÕES
Envie e-mail para inap@pnl.med.br informando:
Nome, telefone, local e data da palestras do seu interesse.

 

 

VAGAS LIMITADAS!

INSCRIÇÕES
Envie e-mail para inap@pnl.med.br informando:
Nome, telefone, local e data da palestras do seu interesse.

 

 

 

 

 

 

Palestrantes:

 

Jairo Mancilha é Diretor do INAp, Master Trainer internacional em Neurolingüística e Coaching; mestre e doutor em medicina (Ph.D) pela UFRJ, pós-doutorado pela Northwestern University, Chicago, USA; membro internacional da American Society of Clinical Hypnosis; autor dos livros Você e o seu Coração (3ª. edição) e co-autor deHistórias Reflexões e Metáforas - Ed. Qualitymark e de O Caminho da Longevidade - Ed. Rocco; autor dos DVDs: Metas, A Arte de Falar em Público e A Essência da Neurolingüística-PNL.

Margarida Ranauro é Engenheira Eletrônica (UERJ), mestrado em Engenharia Biomédica (COPPE/UFRJ), certificada pela Alemanha no SAP R/3 e em diversos programas nos USA pela IBM/Rational. Mais de quinze anos de experiência na área de negócios de TI (Tecnologia da Informação) em gestão, liderança e consultoria em projetos, reengenharia de processos e implantação de sistema de gestão empresarial ERP no Brasil, Estados Unidos, Canadá, Europa, Caribe e Ásia. Autora do livro “A Palavra como Caminho” ed. Rocco, gerente TI da Cameron do Brasil, sócia-diretora Alvo-Re-SER e idealizadora do projeto Alvo-Re-SER de gestão espiritualizada nas empresas. Certificação Internacional em Coaching.

 

Lucas Rezende é Coach, Master e Trainer em Programação Neurolingüística, com formação internacional (International Association of NLP-In, Berlin); certificado em “Dinâmica em Espiral da Consciência” (Spiral Dynamics). Membro da SBNeC - Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento.
Atua como palestrante e facilitador de cursos de formação no INAp – Inst. Neurolingüística Aplicada, e no InCoaching – Inst. Internacional de Coaching.

PARTICIPEM!!!

Por Sandra em 20/07/09 às 14:04 | GERAL

 

Amigos são assim:

Ocupam todas as Posiçoes Perceptuais da nossa vida.

Sáo Âncoras de segurança e otimismo.

Têm um  Padrão Godiva.

Nos ajudam a Ressignificar nossas dores e experiências.

Fazem  sempre Rapport conosco.

E estão presentes em todos os Níveis Neurológicos!

OBRIGADO AMIGOS POR VOCÊS EXISTIREM!

 

Por Sandra em 19/07/09 às 22:14 | GERAL, NOVIDADES

Nos proximos dias 20 e 27 de julho e três de agosto, você terá a oportunidade de assistir palestras grátis sobre PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA que serão  realizadas no Curso Brasas, da Tijuca, Rua Guapiara, 82, próximo ao metrô Saes Peña, a partir das 19:30.

OS TEMAS SÃO OS SEGUINTES:

20 de julho – segunda-feira
POR QUE ESTUDAR PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA?

27 de julho – segunda-feira
PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA E
QUALIDADE DE VIDA, TUDO A VER!

03 de agosto – segunda-feira
COMO USAR A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA
NO DIA-A-DIA.

 As palestras serão ministradas por MÁRIO JORGE CHAGAS - é Gerente de Projetos, Master e Trainer em Programação Neurolingüística, Coach e Gestalt-terapeuta. Licenciatura e bacharelado em Matemática, Pós-graduação em Engenharia Econômica e Especialização em Filosofia.

 Obs.: Haverá sorteio de livros e Bolsas em Cursos do INAp !!!

VAGAS LIMITADAS!

INSCRIÇÕES
Envie
e-mail para inap@pnl.med.br informando:
Nome, telefone, palestras de interesse e o local da mesma.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Sandra em 19/07/09 às 21:40 | ARTIGOS

 

Jairo Mancilha(*)

 

Há cerca de 40 anos, Mcluhan afirmava: “O meio é a mensagem”, mas a experiência nos ensina que nós é que somos a mensagem.


Se você quer se tornar um comunicador melhor, é bom lembrar-se que você é a mensagem.  O composto pessoal que engloba sua expressão facial, as palavras que você fala, sua voz, a maneira como se movimenta e sua atitude constroem a mensagem que você emite para os outros. Isso tudo junto forma um composto que é você. Você se torna a mensagem. As pessoas não podem distinguir entre as palavras e quem as pronuncia. Tudo está mesclado. Portanto, você é a mensagem!

 

Seja falando com uma só pessoa ou um grupo grande, aqui vão 10 mandamentos essenciais para quem quer se comunicar bem.

 

1º) Seja simpático, agradável, cativante e crie empatia com a audiência.

 

Quando você cria empatia com a audiência, ela estará num estado no qual aceita as suas sugestões.  A empatia deixa as pessoas mais receptivas e menos críticas a você e ao que você diz. A palavra simpatia vem do grego sun=com pathein=sentir, sentir com, criar semelhanças, pontos em comum e a fazer coisas juntos.

 

Sorrir ajuda a ganhar a platéia. Quando alguém sorri para a gente nossa resposta automática é retribuir o sorriso. Sorrir cria uma conexão porque você se equiparou a outra pessoa. Uma vez estabelecida a conexão com o grupo, ele o perdoará por qualquer coisa. Sua audiência quer que você se saia bem. Ela está torcendo por você.

 

É importante ganhar a conexão com a platéia no início da apresentação porque, depois disso, as coisas fluem. Ajuda a criar empatia você estar totalmente confortável na frente da audiência, sem fazer ou dizer nada ou se mover.

 

Quando você começar a se movimentar e a falar, faça isso intencionalmente e, assim, conseguirá um melhor impacto. A idéia é que tudo que fizer na frente da audiência seja feito com presença e intencionalmente.

 

Se você fosse dominar apenas um elemento da comunicação, seria esse, porque se for simpático já começará com o pé direito.

 

Uma qualidade das pessoas simpáticas é que elas são, genuinamente, preocupadas com os ou­tros. Pessoas antipáticas queixam-se sobre os seus problemas, falam num tom monótono, rara­mente sorriem e são, freqüentemente, centradas em si mesmas. Um outro traço das pessoas simpáticas é que elas são otimistas. O otimista vê oportunidade em qualquer dificuldade ao con­trário do pessimista que vê dificuldade em qualquer oportunidade.

 

Se você quiser ser uma pessoa simpática evite ser uma pessoa queixosa, “pobre de mim”. Uma pessoa simpática simplesmente estende a mão, sorri, cuida dos seus próprios assuntos e ri facilmente, especialmente dela própria. Aproxime-se e conviva com pessoas simpáticas e alegres e irá se tornando mais simpático por tabela. Você se tornará um comunicador melhor com isso porque vai carregar sempre consigo a “bala mágica” da simpatia.

 

Para tornar-se mais simpático e cativante: ame a si mesmo, ame seu tema e ame sua audiência!

 

 

2º) Comunique com energia.

 

A energia de um bom comunicador é percebida como força vital, vitalidade, entusiasmo. Isto é fundamental. Se você não tem energia, não terá platéia.

 

Você pode gerar energia através do seu tom de voz, de seus gestos, de seu olhar, de seus movimentos e da sua presença.

 

Criamos nossos estados através da nossa fisiologia (tudo relacionado ao corpo), nossa linguagem, o foco do nosso pensamento e nossas crenças. O estado em que você estiver, afetará todos ao seu redor. Estados são contagiantes. Por exemplo, posso facilmente criar uma energia ou estado de paz, entusiasmo ou agitação.

 

Em última análise, a maneira como se sente internamente determina o resultado que você obtém. A comunicação é dependente do estado.

 

Corpo e mente são um sistema, os pensamentos que você mantém na sua mente, juntamente com a sua fisiologia, determinam a maneira como se sente. Portanto, uma mudança na fisiologia ou no seu foco pode mudar sua maneira de sentir. Você pode mudar sempre que quiser tanto a sua maneira de sentir quanto o seu estado. Isso significa você no controle.

 

As coisas funcionam muito melhor quando você está no estado adequado. O estado em que você está determina o seu sucesso.

 

Quando estiver falando em público, lembre-se: você é o “meteorologista da sala”, você controla o clima.

 

Uma outra dica para elevar o nível de energia: “Lembre-se de um momento em que você se comunicou muito bem porque vibrava e acreditava no que estava dizendo. Lembre-se como se sentiu e traga esse estado com você”.

 

3º) Aprenda a pintar imagens com suas palavras.

Uma imagem, em termos de ativação cerebral, vale por mil palavras. Mesmo que não use um projetor de imagens, você pode criá-la na cabeça dos ouvintes com as palavras que você usa. Por exemplo, se for falar que a produção de petróleo foi de 1 milhão de litros, pode dizer que foi de um Maracanã cheio de petróleo.  A imagem que o ouvinte vai fazer através de suas palavras ativará o cérebro dele e isso o levará a uma melhor compreensão e retenção do que está dizendo.

 

Use uma linguagem que crie uma imagem do que você quer que a pessoa pense e não o contrário. Imagine a cena - uma criança sentada à mesa brincando e um copo de leite estava à sua frente; ela está ali há 5 minutos; entra a mãe na sala e grita, “Cuidado, não derrame o leite” Em alguns segundos a criança movimenta o seu braço que bate no copo e derrama o leite. As palavras da mãe criaram, na mente da criança, a ação do que não deveria fazer. E como dissemos acima, uma imagem vale por mil palavras.

 

Fale de maneira a criar na mente de quem o está ouvindo o que você deseja, as mensagens que quer ouvir que estimularão as ações a serem realizadas.

 

Quando o cérebro humano está criando uma representação interna ele não pode diretamente re­presentar um conceito negativo. Se eu disser não pense em uma árvore azul, você imediata­mente pensará numa árvore azul. Você não pode não pensar em algo que não deveria estar pen­sando sem pensar sobre ele. Por exemplo, não pense sobre isso por um instante, não pense so­bre o que eu falei agora.

 

Freqüentemente, ouvimos o conteúdo de alguns apresentadores usando palavras que descre­vem, exatamente, o que você não deve pensar ou fazer. Por exemplo, um vendedor que diz: “Comprando esse produto você não vai jogar dinheiro fora porque, para nós, a coisa mais impor­tante é que você não perca dinheiro”. Ele comunicaria melhor dizendo: “comprando esse produto você vai usar bem o seu dinheiro porque é importante para nós que você economize seu di­nheiro”.

 

Aprenda a usar as palavras a seu favor. Use também figuras de linguagem, metáforas e analogias que ajudem o ouvinte a criar imagens do que você está falando.

 

4º) Esteja preparado.

Prepare bem o conteúdo e a seqüência de sua fala. Faça um ensaio mental do seu discurso e prepare também o estado em que você quer estar.

 

Não precisa ser a maior autoridade do mundo no assunto, mas seus ouvintes precisam sentir que você sabe mais sobre o tema do que eles. Eles têm que perceber que você fez o trabalho de casa e que traz algo um pouco diferente do que já sabem. Se os seus ouvintes sentem que você investiu tempo e reflexão no seu discurso, as chances são maiores de lhe avaliarem como um bom orador.

 

Uma lista de preparação pode ser:

 

1) -

Avalie com antecedência a sua audiência;

2) -

Considere o contexto (aniversário, anúncio, negócios etc);

3) -

determine a duração da sua apresentação (sempre fale um pouco menos do que o per­mitido e a audiência ficará surpresa e agradecida);

4) -

determine o propósito da sua fala: a) entreter, b) informar, c) inspirar, d) persuadir (bons discursos freqüentemente combinam os 4 elementos);

5) -

decida, em uma pequena frase, o seu tema central;

6) -

junte fatos, faça pesquisa dos pontos que podem interessar ao grupo;

7) -

decida como vai começar e a estrutura de sua fala e faça um roteiro ou mapa mental;

8) -

escolha os exemplos, fatos e analogias que você vai apresentar;

9) -

pratique em voz alta sua fala, de preferência gravando. Quanto mais você ensaiar em voz alta, melhor será sua fala;

10) -

Invista um tempo, no início, para ganhar a atenção da audiência antes de começar a falar (faça uma pausa e estabeleça contato ocular).

 

 

5º) Esteja confortável.

Acesse o estado de conforto que você quer que a sua audiência esteja. Estados são contagiosos. No dia do seu discurso, procure ficar longe de más notícias e pessoas negativas. Se estiver nervoso quando começar a falar, causará desconforto na audiência. Evite se engajar em fofocas e comentários sarcásticos sobre outros quando eles não estão presentes. Mantenha uma atitude positiva e, sempre que possível, diga coisas positivas sobre os outros.

 

Você pode parecer mais confortável se não fizer movimentos bruscos. Mantenha o seu ritmo. Se reagir à pressão de tempo, vai aparentar desconforto.

 

Isso deixará os outros confortáveis. O conforto e a descontração do orador passam para a platéia. Então, quando se levantar, aparente que está confortável. Leve o seu trabalho a sério, mas não se leve tão a sério. Mantenha o bom humor. Converse com a sua audiência e a descontraia e, assim, você também ficará confortável. Desfrute o prazer de falar.

 

6º) Seja comprometido.

Se você sabe o quê está dizendo, o porquê do que está dizendo e se importa com isso, falará bem. Aprenda a ser você mesmo.

 

É preciso levar seus ouvintes a perceberem que você realmente leva a sério o que está falando. Eles não precisam acreditar no que você está dizendo. Eles têm que acreditar que você acredita no que está dizendo e, se esse for o caso, você os tocará. Pessoas comuns tornam-se oradores extraordinários quando se tornam acesas pelo comprometimento. Se a audiência sente que não é sincero, ela não vai se importar com o que você está falando e vai perdê-la. Faça o que fala e fale o que faz. E tudo isso com convicção e energia.

 

7º) Seja interessante.

É mais fácil ser interessante do que você pensa. É necessário um pouco de imaginação e foco. Não se limite aos parâmetros do seu assunto, faça analogias com outros campos, pense em colocar o que está dizendo em uma perspectiva histórica ou compare-o com algo que seja familiar aos seus ouvintes.

 

Lembre e anote histórias e temas que você pode usar nos seus discursos. Liste 10 histórias-chave com as quais pode entreter a audiência porque você raramente fala para a mesma audiência.

 

Oradores entediantes não deveriam ter permissão de falar por muito tempo. A vida é emocionante e interessante e eles não deveriam ter permissão de tirar a alegria da vida da gente. Ser comprometido ajuda. Aumentar o nível de energia e contar histórias ajudam muito. Uma boa dica é fazer pelo menos 30% de suas leituras em campos fora do seu. Isso vai lhe dar uma base e torná-lo mais interessante. Se você não tem nada a dizer, fique quieto. Se tem, fale bem.

 

8º) Utilize seu corpo e sua voz como instrumentos.

Estamos sempre nos comunicando com a nossa fisiologia e precisamos saber que mensagens estamos passando, não verbalmente, para nossa audiência.

 

O estudo realizado pelo Professor Albert Merabian, na Universidade da Califórnia, sobre o impacto da comunicação, mostrou que 7% do impacto vêm do conteúdo do que se fala, 38% de como se fala e 55% da comunicação não verbal, isto é, postura, gestos, contato ocular, expressão facial etc. Então, 93% do impacto da nossa comunicação vem de como falamos e da nossa presença.

 

A terapeuta americana Virginia Satir, partindo do pressuposto de que corpo e mente são um sistema, identificou alguns padrões de comunicação não verbal.

 

O primeiro padrão é equilibrador - leveler (fisiologia simétrica, mãos com as palmas para baixo, pés paralelos, corpo equilibrado, mãos e braços estendidos para fora, os braços se movem do tórax para a linha média do corpo, movimentando-se para fora). Esse padrão passa equilíbrio, decisão, autoridade e acalma as pessoas.

 

O segundo padrão é o apaziguador - placater, (fisiologia simétrica, palmas das mãos viradas para cima, mãos movendo-se para cima e com uma leve inclinação da cabeça). Esse padrão sugere abertura e vulnerabilidade. O apaziguador concorda com tudo que você fala e está sempre ten­tando agradar. Geralmente ele tem baixa auto-estima e valoriza muito a aprovação dos outros.

 

O terceiro padrão é o acusador - blamer, (assimétrico, inclinado para frente, apontando o dedo, “é sua culpa”). O padrão do acusador pode trazer mais energia na apresentação e, uma maneira útil de usá-lo, é fortalecer uma pessoa, apontando para ela e dizendo, “você pode fazer isso”.

 

O quarto padrão é o racionalizador - rational, (postura simétrica, braços cruzados, mãos no queixo, pose do pensador, “eu sou a autoridade, aqui estão os fatos”). Use a postura do racionali­zador quando você quer comunicar que está pensando naquilo que vai dizer.

 

O quinto padrão é o distraidor - distracter, (fisiologia assimétrica, angular e incongruente, “eu não sei, não é minha culpa”). Essa postura pode ser útil para distrair pessoas muito críticas. Com ela você difunde a energia do crítico.

 

O tom de voz também é importante. O tom de voz para cima = pergunta. Tom de voz no mesmo nível = afirmação. Tom de voz para baixo = comando.

 

Abra a boca para falar. Fale para fora. Pronuncie bem cada palavra, principalmente, os seus finais.

 

Toda palavra tem uma sílaba tônica, que marca seu significado. Por exemplo. Sábia, Sabia e Sabiá se escreve igual. Distinguimos o significado pela sílaba tônica. Então afirme a sílaba tônica das palavras.

 

Varie o seu tom de voz. Fale alto, fale baixo, fale devagar e às vezes depressa. Faça pausas. Fale com ressonância, projetando a voz. Fale com congruência passando o sentimento daquilo que você está falando.

 

Lembre-se de respirar bem, pois o ar é o combustível da fala.

  

9º) Fale com propósito.

Dê uma moldura, construa uma caixa onde a audiência possa depositar o que você vai falar. Ajuda muito a compreensão se a audiência perceber, logo de início, a estrutura e o objetivo do seu discurso.

 

A audiência precisa saber, desde o início, o seu propósito e sobre o que vai falar. Isso contribui para facilitar a compreensão e manter o interesse. Um bom discurso tem um início, um meio e um final. Você pode começar dizendo qual o tema que escolheu para sua palestra. Em seguida, discorra sobre o assunto e termine resumindo tudo o que foi dito. Assim, a audiência reterá os pontos-chave da sua palestra. Se quiser, pode terminar com uma frase de impacto que sintetize a essência do seu discurso.

 

Dizer tudo o que for preciso, somente o que for preciso, nada mais do que for preciso é uma tarefa que precisa ser perseguida com obstinação. Principalmente depois que o palestrante conseguir dominar e controlar as suas ações e perceber um bom retorno para as mensagens, correrá o risco de exceder o limite de tempo desejado.

 

10º) Esteja presente.

No momento em que você se ergue à frente de uma audiência, não interessa o que aconteceu ou o que está acontecendo. Esqueça tudo. A coisa mais importante é estar aqui e agora com a platéia. Quando estiver na frente da audiência expanda a sua consciência para os quatro cantos da sala.

 

Reconheça-se falando e seja o sujeito de seu discurso. Sinta seu corpo e seus pés no chão. Ouça o que você fala. Observe a sua postura e os seus gestos. Esteja junto das suas emoções e das suas palavras. Mantenha o contato ocular com a platéia e perceba isto. Veja a platéia e se veja. Abra o olhar. Olhe somente em olhos. Reconheça-se como sujeito da sua fala. E principal­mente, esteja amorosamente presente, observando com os olhos do coração, na paz e na neu­tralidade.

 

O carisma de alguns oradores está relacionado ao seu estado de energia, presença e de alinha­mento interno. Citando O Grande Serão Veredas, “Medeiros Vaz, ele tinha conspeito tão forte, que perto dele até o doutor, o padre e o rico se compunham”, … Confiança - o senhor sabe – não se tira das coisas feitas ou perfeitas, ela rodeia é o quente da pessoa.”

 

Quando você está presente, inteiro no seu papel e desempenho de ser você mesmo, sendo quem é na frente da sua audiência, você cria, emite e transmite essa confiança e esse carisma.

 

Para concluir, vamos relembrar os 10 mandamentos:

 

1º -

Seja simpático, agradável, cativante e crie empatia com a audiência

2º -

Comunique com energia

3º -

Aprenda a pintar imagens com suas palavras

4º -

Esteja preparado

5º -

Esteja confortável

6º -

Seja comprometido

7º -

Seja interessante

8º -

Utilize seu corpo e sua voz como instrumentos

9º -

Fale com propósito

10º -

Esteja presente

 

 (*) Jairo Mancilha - médico, trainer internacional em Neurolingüística-PNL e Coaching, diretor do INAp-Instituto de Neurolingüística Aplicada      www.pnl.med.br