Foi um sucesso o curso OS PILARES DA PNL realizado no dia 24.06.
Confiram alguns depoimentos:
Por Jairo Mancilha
Presença, consciência e atenção estão conectadas. A energia vai para aonde a atenção vai.
A presença é uma seqüência natural do centramento. Se você estiver centrado vai ficar mais presente. Presença é ter o corpo e a mente no mesmo lugar. O corpo está sempre presente, mas a mente viaja. Então o corpo é o principal caminho para estar presente porque o corpo só pode ficar no presente. Se quiser trazer a mente para o presente, traga-a para o corpo.
O que traz a mente para o corpo e o que a faz sair? Qual é a parte que observa para onde a atenção foi?
A mente é como um macaco que fica pulando e não pára para ficar aqui.
Não precisa se livrar dos pensamentos, o que você resiste, persiste. Apenas trazer a atenção para o presente. Isto é o que faz a meditação. Qualquer coisa da qual estiver consciente você é mais ou maior do que ela. No ato de tornar-se presente já está no presente.
A Mandala do Ser, segundo Richard Moss MD, é um mapa do momento presente, uma representação da consciência com forte orientação para o centro. Ela trabalha em como trazer as pessoas para o presente.
A mente é formada por 2 eixos: futuro presente e eu outros.
O tempo é um construto psicológico. Aristóteles afirmava: “É surpreendente o tempo que gastamos pensando no que foi e não é mais e naquilo que poderia ser.”
O que sabemos sobre o futuro é que não sabemos sobre ele. O futuro é incerteza, infinitas possibilidades
Bilhões de agoras nos trouxeram para o agora. Ao invés de trazer a riqueza do passado para o presente, perdemos o presente e fugimos para o passado. Sair do presente é como uma peneira que deixa sair energia.
O mais poderoso recurso é estar presente. Só se pode ter um relacionamento no presente. Haverá um momento que o outro fará algo que não gosto, mas se eu me mantenho comigo mesmo, qualquer coisa que o outro fizer não me afeta.
Quando estou com raiva dou parte de mim para o outro. Se eu cresço, o outro diminui, se eu diminuo o outro cresce. Guimarães Rosa escreveu “Ter raiva é deixar o outro ficar tomando conta da idéia da gente e isso é falta de soberania e farta bobice.”
Pense em uma situação em que sai do presente e perceba que emoções aparecem, para onde vai e o que pode fazer para retornar ao presente? Primeiro observe para onde está indo (futuro, passado, eu, outro) e como retornar ao presente. O outro aqui pode ser uma pessoa, Deus, uma coisa, um problema, dinheiro etc.
O fato de tomar consciência já é um movimento para o presente. Que sentimentos estão lhe afastando e que recursos já tem para aceitar o sentimento?
Um dos frutos de retornar do futuro, além de voltar para o presente, é o desapego dos resultados; de retornar do passado é o perdão; de retornar do eu ou do outro é a aceitação, empatia e compaixão. E o resultado disso tudo é alegria, disponibilidade, mente clara, senso de conexão, leveza e respeito pela vida. A meditação é um bom caminho para iniciar essa jornada.
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Jairo Mancilha, médico, trainer intenacional em Neurolingüística e Coaching, diretor do
INAp-Instituto de Neurolingüística Aplicada www.pnl.med.br
Quero participar da promoção dizendo:
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Espero ter sucesso. Obrigada pela oportunidade, adorei conhecer o blog.
Muito obrigada, Monica, parabéns pela criatividade do seu texto.
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Autor: Sivasailam “Thiagi” Thiagaraja é consultor internacional e ganha a vida trabalhando como criador de jogos de treinamento em tempo integral. Já viveu e esteve em mais de 20 países exercendo a função. Foi presidente do North American Simulation and Gaming Association (NASAGA) e da International Society for Performance and Instruction (ISPI
Preço: R$ 60,00
Número de Páginas: 392
Formato: 18X25
O mote do 35º Congresso Estadual de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, os opostos, também esteve presente na Expo RH. Os 60 expositores que montaram seus standes transitaram entre o tradicional e o criativo/inovador.
Standes como o da empresa americana CALIPER e do INSTITUTO CAPACITARE (e o nosso também, modestia à parte) se destacaram pela beleza e elegancia da sua decoração.
Parabéns a todos nós expositores. Nós fomos um show à parte.
Aproximadamente 500 pessoas visitaram o stand do INAp durante os três dias (3 a 5 de junho) do 35º Congresso Estadual de Recursos Humanos, realizado pela ABRHRJ, no Centro de Convenções Sul América, na Cidade Nova.
Com o tema Além do Ocidente e Oriente: Uma Nova Inteligência para a Gestão Convergente, o evento reuniu 700 congressistas que conferiram palestras, debates e oficinas com especialistas em RH, e cerca de três mil profissionais e estudantes da área de RH visitaram a Expo RH-RIO, que este ano reuniu mais de 60 empresas expositoras, entre elas o INAp


Sandro Pereira, Sandra Braconnot (esta que vos escreve) e o pesquisador de música Guilhermo Santiago, um dos palestrantes do Congresso
Leyla Nascimento, Presidente da ABRH e Sandro Pereira, Gerente Executivo do INAp.
EM SAMBA ACABOU O 35° CONGRESSO ESTADURAL DE RECURSOS HUMANOS DO RIO DE JANEIRO.
PARABÉNS AOS ORGANIZADORES.
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Data: 27 e 28 de junho
O Simpósio Fronteiras da Consciência reunirá renomados conhecedores dos múltiplos aspectos da consciência. Será uma oportunidade para ampliar o conceito de consciência, analisando sua dimensão integral e sistêmica.
Dia 27 (Sábado) 09:00 – 10:30 – QUE É DEUS – Marco Furtado 11:00 – 12:30 – A CONSCIÊNCIA DO CORPO – Nehemias Tavares (Dinamarca/BR) 12:30 – 14:00 – Almoço 14:00 – 15:30 – VIVENDO COM CONSCIÊNCA– Rogéria Guida 16:00 – 17:30 – A CONSCIÊNCIA NO TAOISMO – Juracy Cançado 17:30 – 18:15 – RITUAL XAMÂNICO – José Carlos Reyes (Perú)
Local: INAp - Praia do Flamengo 278 / 2º andar - Rio de Janeiro Investimento: 2x R$220,00 (ou R$400,00)
INFORMAÇÕES e INSCRIÇÕES:
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Se fatalidade, destino, sorte ou azar existem eu não sei, mas acontece cada coisa que nos obriga a pensar sobre esses assuntos…
Fatalidade
Voo 447: Mulher que perdeu voo da Air France que caiu morre em acidente de carro
Publicada em 11/06/2009 às 23h45m
O Globo
RIO - A italiana Johanna Ganthaler, que deixou de embarcar no voo 447 da Air France na noite de 31 de maio, acabou morrendo num acidente de carro em Kufstein, na Áustria. Johanna e o marido Kurt estavam de férias no Brasil e perderam o voo AF 447 - que caiu no Oceano Atlântico, matando 228 pessoas - porque chegaram atrasados ao setor de embarque do Aeroporto Internacional Tom Jobim. Eles embarcaram no dia seguinte à tragédia aérea, por outra companhia, mas, de volta à Europa, bateram de carro contra um caminhão numa estrada austríaca. A mulher, uma pensionista da província de Bolzano-Bozen (também chamada de Tirol Meridional, que faz fronteira com a Áustria e a Suíça), morreu na hora. O marido ficou gravemente ferido.
Ainda não há informações sobre as causas do acidente de carro, nem o horário exato em que ele teria acontecido. Segundo a agência internacional Ansa, no dia seguinte ao acidente aéreo, ambos pegaram um voo diferente para a Europa e estavam dirigindo para casa no momento da batida. Eles haviam alugado o carro em Munique, na Alemanha. Na estrada, o motorista perdeu a direção, e o automóvel foi parar na pista contrária, onde foi colhido pelo caminhão.
O Airbus A330 da Air France, que fazia o voo AF 447, partiu do Aeroporto Tom Jobim, no Rio, às 19h30m de 31 de maio, um domingo, com destino a Paris. O avião sumiu dos radares da Base de Fernando de Noronha às 22h48m, quando sobrevoava o Atlântico. A última notícia que se tem é uma mensagem enviada automaticamente para a companhia, às 23h14m, informando sobre pane elétrica e perda de pressurização.
Além do casal italiano, outras pessoas relataram que não embarcaram no voo AF447 de 31 de maio. Entre elas, seis pessoas da paróquia da Mariz e Barros, na Tijuca, que planejavam ir para uma peregrinação na Europa. Dez dias antes do embarque, a agência de viagens trocou o voo AF 447 para outro que sairia no dia seguinte.
Por Dr. Gilberto G. Barros.(*)
Que estresse…Sinto-me estressado…Levo uma vida estressante… Constantemente ouvimos estas frases nas conversas diárias quando alguém se refere àquele cansaço, aquela ansiedade e depressão que acontecem mais cedo ou mais tarde a todas as pessoas envolvidas com a família, o trabalho ou com as preocupações sociais e financeiras. Constatamos também que o stress é o responsável por grande parte das mortes causadas por doenças cardiovasculares, problemas pulmonares e suicídios.
A palavra estresse ou stress, deriva do latim, língua dos antigos romanos que significava ‘ “aflição” ou “adversidade”. Em 1800, aproximadamente, seu significado evoluiu para “pressão” ou “esforço”. Então fica mais fácil entender porque algum estresse é sempre benéfico ao nosso organismo. Todos nós precisamos de alguma pressão ou esforço para funcionar em meio às diversas situações da vida. Mas, afinal, o que é o stress?
O estresse é a resposta do organismo a qualquer estímulo físico, químico, mental ou emocional. Ficar contente com uma promoção, triste com o término de um relacionamento amoroso ou perda do emprego, ansioso ao iniciar uma dieta, sofrer um assalto, um acidente, enfrentar um desafio ou um perigo são situações que provocam reações químicas no corpo. Isso não é um privilégio da vida moderna, só que no mundo globalizado e competitivo em que vivemos atualmente, nós estamos rodeados por estímulos provocantes de estresse.
Quando ocorre o estresse, o organismo sofre uma descarga hormonal e se prepara para uma ação, da mesma forma que acontecia com um caçador na pré-história. Nessas ocasiões, os batimentos cardíacos ficam mais rápidos (taquicardia), a respiração acelera, a pressão arterial sobe, os brônquios se dilatam para que o sangue circule mais rapidamente e vá oxigenar mais os tecidos. Mas não é só isso: o baço se contrai para que possa enviar mais glóbulos vermelhos ao sangue; o fígado libera mais glicose na corrente sanguínea para fornecer mais energia aos músculos e ao cérebro; as pupilas se dilatam, aumentando assim o nosso campo visual; e no sangue cresce o número de glóbulos brancos (linfócitos), que tem a função de reparar os danos físicos e agir na defesa contra agentes agressivos como vírus e bactérias. Apesar disso, o estresse nem sempre é ruim para o organismo.
Como foi dito anteriormente, algum tipo de estresse é sempre necessário e benéfico para o corpo, pois nos prepara para uma defesa. O problema é quando o nosso organismo dispara as reações por um longo tempo ou a somatória destas reações sem tempo adequado para que o nosso organismo se reorganize. Assim, em vez de melhorar a performance, o que ocorre é uma queda em todas as funções orgânicas, provocando uma intensa diminuição da resistência a doenças e o sistema entra em crise, perdendo reservas de energia e de tecido muscular. Há também um enfraquecimento geral que pode levar a morte. Se não houver interrupção do estresse, todo o organismo pode entrar em falência - fase de esgotamento do estresse, fadiga orgânica ou distress. Essa situação piora quando se faz uso de álcool, tabaco ou outras drogas, na tentativa de relaxar. Cerca de 45% dos adultos no mundo sofrem os efeitos negativos do estresse na saúde.
Da mesma forma que muitas são as causas do stress, muito também são os sintomas: desânimo e desatenção, insônia e exaustão, pressão alta (hipertensão) ou pressão muito baixa (hipotensão), falta de apetite ou excesso de apetite (compulsão), baixa da auto-estima, dor de cabeça, náuseas e vômitos, dores no peito, músculos e nas articulações, falta de vontade de fazer sexo – são alguns dos alertas de um corpo estressado.
Para evitar e controlar o estresse podemos – e devemos – tomar alguns cuidados e criar alguns hábitos como fazer as refeições em horas certas e em tranqüilidade, mantendo uma alimentação saudável, rica em frutas, legumes e frutas; fazer uma atividade física diária (pode ser uma caminhada de 30 min à 1 hora); reservar 1 a 2 horas diárias para lazer e dormir cerca de 8 horas diárias.
Atualmente, no mundo competitivo em que vivemos, é praticamente impossível seguir as todas as determinações acima, e por isso a procura por vários tranqüilizantes, ansiolíticos, antidepressivos, anti-stress, antitudo… vem aumentando acentuadamente e o risco de nos tornarmos dependentes – também.
Dentro deste panorama a hipnose e principalmente a auto-hipnose vem conquistando um lugar de maior relevância, ganhando destaque como um tratamento de vanguarda, sem contra-indicações e riscos de efeitos colaterais.
O auto-relaxamento pela auto-hipnose provoca no nosso organismo a liberação do chamado hormônio do prazer – endorfina – que vai contrabalancear com a descarga de adrenalina em nosso organismo provocada pelo estresse e com isto, provocar um grande equilíbrio em nosso organismo, além de ativar o nosso sistema imunológico.
Para saber mais sobre o assunto, visite o site do Instituto Brasileiro de Hipnose Ericksoriana (www.ibrhe.com.br) ou entre em contato: ibrhe@ibrhe.com.br
(*)Gilberto G. Barros é médico, formado em 1975 pela Faculdade de Medicina de Valença, hipniatra há 13 anos, Presidente do Instituto Brasileiro de Hipnose Ericksoriana, Professor de Pós-graduação em Hipnose Clinica da SOHIMERJ-IBMR, professor de hipnose do INAP, vice-diretor do IMERJ, membro da Sociedade Médicas de Hipnose do Estado do Rio de Janeiro e da Sociedade Brasileira de Hipnose, autor do livro Hipnose Ericksoniana para Principiante.