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 Blog do Inap » 2009 » maio
Por INAp em 31/05/09 às 16:04 | GERAL, VÍDEOS

   

 E agora respondam:

 continuem descendo…

 

 

O que o Gorila faz?

Que Gorila? Assista novamente o filme. 

link: http://www.youtube.com/watch?v=K0-AJWRpajU

Por INAp em 29/05/09 às 18:04 | GERAL, VÍDEOS

Por INAp em 29/05/09 às 15:10 | GERAL

 

Por Sandra Braconnot

 

Era o primeiro aniversário de casamento. Ele, muito feliz, preparava com carinho as surpresas e os presentes. Para começar bem o dia, levou para ela, no quarto,  um delicioso café da manhã. Ao se despedir para o trabalho, deu um carinhoso beijo e combinou, para a noite, um jantar bem especial. Á tarde, enviou  um lindo bouquet de flores e um cartão escrito: “Para a minha querida esposa”. Ao chegar animadíssimo á noite  em casa, encontrou a esposa triste e chorosa. Por quê? Porque ele não telefonou para ela durante o dia inteiro e não disse uma única vez: eu te amo!  - Ficção? Pode até ser, mais que acontece, acontece.

 

O gerente se aproxima da mesa da colaboradora e comunica os novos procedimentos da empresa. Após ouvir toda a explicação  ela pede para que  ele envie um e-mail, ou entregue por escrito tudo o que ele acabara de explicar. Ele se aborrece, afinal pois tinha acabado de explicar tudo.  -  Já ouviu ou vivenciou alguma situação parecida?

 

A mãe está estudando com o filho. Apesar do “empenho maternal” ele fica desenhando enquanto a mãe explica a matéria. Ela afirma  que ele não está prestando atenção e fica aborrecida. – Já aconteceu com você?

 

Essas situações acima, que geram tanta confusão e desentendimentos, poderiam ser evitadas se os envolvidos conhecessem as técnicas e conceitos da PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA (PNL), uma poderosa ferramenta para melhorar a comunicação, a qualidade de vida e conquistar o sucesso profissional.

 

Surgida na década de 70, nos Estados Unidos, a PNL é uma ciência e uma forma de arte que nos oferece diversas técnicas para melhorar a comunicação e os relacionamentos (entendendendo e se fazendo entender), minimizar conflitos (aprendendo a respeitar as opiniões e crenças dos outros) e alcançar o que se deseja na vida. E para quem ainda não sabe o que quer, a PNL ajuda a traçar metas e conquistar resultados. Agora, a PNL está subindo a serra e chegando á Petrópolis.

 

O Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp), com sede no Flamengo, no Rio, fundado em 1993, pelo médico PhD Jairo Mancilha,  e que ao logo desses 16 anos já (trans) formou em PNL mais de 20 mil pessoas,  vai realizar diversos eventos no Spaço Zen Andrea Sindorf, na Rua Olavo Bilac, 265, bairro Castelânea, organizados pela professora petropolitana Márcia Monteiro, que há mais de 20 anos vem trabalhando para melhorar a qualidade de vida de seus alunos, ministrando aulas de natação e hidroginástica.e agora vem se dedicando á Programação Neurolinguística.

 

O primeiro evento, a palestra PNL COMO FERRAMENTA DE SUCESSO E QUALIDADE DE VIDA, está agendada para o dia três de junho (quarta-feira), às  19h30min, ministrada pelo Analista de Sistemas, Coach, Master e Trainer em Programação Neurolinguística, Mario Jorge Chagas e a segunda  - CONQUISTANDO METAS COM A PNL -, ministrada pelo  Coach, Master e Trainer Internacional em Programação Neurolinguística, Lucas Rezende, acontecerá no dia dez, também às 19h30min. O curso de formação BÁSICO DE PNL está agendado para começar dia 27 de Junho (aulas aos sábados).  Para participar, entre em contato com a professora Márcia Monteiro - marciamonteiro19@yahoo.com.br - (24)2247.5042 / (24)8823.2682.

 

Se você ficou curioso para saber por que a esposa ficou triste com o marido, o chefe com a colaboradora e a mãe com o filhote, apareça na palestra. Você vai entender  o por que.

 

Ah…  para quem quer começar a enternder o que é, para que serve e como utilizar a PNL no dia a dia, no próximo dia 24 será realizado, no INAp, o curso OS PILARES DA PNL - Introdução ä Prática da programação Neurolinguística.

 

Visitem o site www.pnl.med.br e conheçam todos os programas. 

Por INAp em 29/05/09 às 14:06 | ARTIGOS, GERAL

 

Por Jairo Mancilha

 

 

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções específicas e, de alguma maneira, ela nos ajuda criar a nossa realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades. A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para nos comunicarmos melhor. A seguir estão algumas palavras e expressões a que devemos estar atentos quando falamos, porque elas podem nos atrapalhar:

1) Cuidado com a palavra NÃO, a frase que contém “não”, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O “não” existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo, pense em “não”… (não vem nada à mente). Agora vou lhe pedir “não pense na cor vermelha”, eu pedi para você não pensar no vermelho e você pensou. Procure falar no positivo, o que você quer e não o que você não quer;

2) Cuidado com a palavra MAS, que nega tudo que vem antes. Por exemplo, “o Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, mas…..”. Substitua MAS por E quando indicado;

3) Cuidado com a palavra TENTAR que pressupõe a possibilidade de falha. Por exemplo, “vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas”. Tenho grande chance de não ir, pois, vou “tentar”. Evite “tentar”, FAÇA;

4) Cuidado com as palavras DEVO, TENHO QUE ou PRECISO, que pressupõem que algo externo controla sua vida. Em vez delas, use QUERO, DECIDO, VOU;

5) Cuidado com NÃO POSSO ou NÃO CONSIGO, que dão a idéia de incapacidade
pessoal. Use NÃO QUERO, DECIDO NÃO, ou NÃO PODIA, NÃO CONSEGUIA, que
pressupõe que vai poder ou conseguir;

6) Fale dos problemas ou das descrições negativas de si mesmo utilizando o verbo no tempo passado. Isto libera o presente. Por exemplo, “eu tinha dificuldade de fazer isso”;

7) Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo. Por exemplo, em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou conseguindo”;

8) Substitua SE por QUANDO. Por exemplo, em vez de falar “se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”, fale “quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”. Quando pressupõe que você está decidido;

9) Substitua ESPERO por SEI. Por exemplo, em vez de falar, “eu espero aprender isso”, fale: “eu sei que eu vou aprender isso”. Esperar suscita dúvidas e enfraquece a linguagem;

10) Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE. Por exemplo, em vez de dizer “eu
gostaria de agradecer a vocês”, diga “eu agradeço a vocês”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte. 

 

 

Por INAp em 29/05/09 às 13:32 | ACONTECEU POR AI. VOCÊ VIU, OUVIU E SENTIU?, GERAL

 

 Como você se posiciona ?

Por INAp em 18/05/09 às 18:00 | GERAL

 

 

 

 

 Bernd Isert

Tradução: Sivi Lorinczi e Raphael Pollog

 

Introdução

A alternativa própria

Comunicação e Relações

O modelo clássico

Reflexão Crítica

A mudança para DPNL

Métodos e Mudanças

O modelo clássico

Desenvolvimentos na PNL

O caminho para DPNL

Resumo

 

Introdução

PNL, escola de comunicação e mudança, como é conhecida internacionalmente, reúne muitos modelos e conceitos

… útil e pouco útil

… sistêmica e mecanicista

… essencial e supérflua

… unilateral e equilibrada

… aprovada e duvidosa

Essa mistura de, muito, mas também de pouco valor, dificulta às pessoas, a aceitar a PNL, como também ao contrário, a realmente aceitá-la.

Só o jeito e o modo como um modelo de PNL é utilizado, pode ter efeitos em uma direção ou em outra. É necessário experiência, fixação dos métodos em grandes contextos e compreensão situativa, a fim de que os princípios combinem coerentemente. Diversos representantes da PNL fizeram e fazem isso de maneiras diversas.

Mas também a combinação razoável do que existe, não é suficiente: algumas bem que se poderia abrir mão, outras, aspectos essenciais de uma comunicação e desenvolvimento eficazes faltam até agora, na concepção clássica da PNL. Alguns usuários desenvolvem por si só o que falta, e claro que isso acontece na maioria das vezes, inconscientemente.

O aprendizado da PNL clássica não garante portanto, ser um comunicador bom e confiável. Muitos o são também sem a PNL, outros, nem através da PNL. E exatamente esses têm prejudicado a reputação da PNL, não raramente através de megalomania, atitude mecanicista ou detentores do saber. Mas, onde existe um núcleo interior de sensibilidade e ética, a PNL provou ser como o lapidar de um diamante, que quanto mais se lapida, mais brilho traz.

 

A alternativa própria

Há anos eu me ocupo com os modelos e o emprego da PNL de forma criativa, construtiva e até mesmo crítica. Assim, há muito tempo concilio uma outra forma de entender e utilizar a PNL, uma forma que equilibra o aspecto unilateral da concepção clássica e se alinha a uma imagem humanística do ser humano. Com isso, trata-se menos de formatos e seqüências já prontos, do que a elaboração e utilização - orientadas ao processo - de possibilidades de escolha, as quais possibilitam caminhos de solução individuais ajustadas de alta eficiência. Além disso, trata-se de uma compreensão mais forte da personalidade em suas relações sociais, sua filiação e seu intercâmbio, o qual está subrepresentado no modelo americano. O indivíduo acha os recursos que ele precisa para uma vida realizada, não apenas em si, mas no mundo ao qual ele pertence.

Por esse caminho, os passos foram naturais para mim, substituir o conceito mecanicista já há anos de ?Programação? para ?Trabalho do processo? e agora para ?Desenvolvimento de Processos?. Trata-se da formação de processos de comunicação e mudança, de relacionamentos sociais e até mesmo do desenvolvimento pessoal dos envolvidos. Um requer o outro.

A fim de deixar explicitamente ainda mais claro esse significado modificado, acrescento à PNL um D. DPNL significa, portanto, Desenvolvimento de Processos Neurolingüísticos.

 

Comunicação e relações
 

O modelo clássico

No modelo clássico de PNL, se parte do princípio que o usuário conduz um cliente ou parceiro de comunicação com a ajuda de determinados métodos a determinados objetivos. Ele ?faz Rapport?, no qual ele se adapta ao comportamento, aos canais sensoriais preferenciais ou aos valores do parceiro; ele observa, ?calibra? as reações e o estado do parceiro, a fim de então, passo a passo conduzi-lo a uma direção desejada. Nesse caminho ele ?ancora? determinados estados do parceiro e ?dispara essa âncora?, para que esse estado seja novamente chamado ou a um outro adicionado. Isso faz o usuário da PNL de tal maneira que o cliente não percebe. Desta forma ele instala novas ?estratégias? ou ?programa? novos comportamentos e novas aptidões. Pode ser que, por esse caminho, ele conduza o seu cliente a um fechamento de venda. Com base em determinados métodos, o usuário de PNL acredita poder descobrir informações da experiência interior do cliente, as quais facilitam a ele, pegá-lo onde ele se encontra e levá-lo na direção desejada. Por exemplo, ele presta atenção ao modelo de linguagem, aos movimentos dos olhos, aos sinais ideomotores e a muito mais. Nesse quadro de processo constante de Feedback, da calibração da fisiologia do parceiro, pode o usuário de PNL reconhecer se sua comunicação apresentou o resultado desejado. Caso não, é sua tarefa, utilizar outros modelos de comunicação, ou ao invés de ?conduzir?, voltar a ?adaptar?.

 

Reflexão crítica

O modelo clássico de adaptar e conduzir tem muitos lados bons: pegue o seu parceiro de comunicação lá, onde ele se encontra. Ofereça a ele passo a passo novas opções, a fim de que ele faça experiências novas e úteis e seja enriquecido. Examine, baseado em sua fisiologia, quais reações a sua comunicação causa. Reaja flexivelmente a isso.

O outro lado: o usuário de PNL aparece como ?homem de ação?, ?Programador?, ?Manipulador?, alguém, que através de conhecimentos e métodos especiais, tem o poder de conduzir outro ao objetivo pretendido, porventura a objetivos que não façam bem a eles.

O parceiro se apresenta de certa forma sem poder de decisão, o usuário, em contrapartida, altamente competente, indiferente e superior.

Essa maneira de proceder é muito efetiva na área de Hipnoterapia, onde ela também tem sua raiz. Aqui o cliente deve e quer poder se ?deixar levar? e saber ser conduzido por um terapeuta competente e seguro.

O que fazer quando se trata de algo totalmente diferente? Por exemplo, de igualdade, de perplexidade, de consciência e maioridade. O que fazer, se aquilo que é importante para o cliente fosse completamente diferente daquilo que o usuário de PNL tem em mente?

Ainda mais: funcionam realmente as técnicas secretas dos usuários de PNL? Pode ele baseado nos movimentos dos olhos e nos sinais não verbais deduzir a experiência interior do cliente? Pode ele ancorar os estados neurofisiológicos do cliente e disparar as âncoras? O usuário é neutro, o seu próprio estado, os seus pensamentos, as suas experiências, as suas idéias, não têm efeitos sobre o cliente? O relacionamento com o cliente não tem efeitos sobre o usuário de PNL?

Resumamos: O princípio de um homem de ação, mas também do bom condutor, que conduz seu parceiro, mesmo que ele não perceba, a conhecer experiências positivas de aprendizado, tem seu sentido. Por um lado existe o perigo do manipulador e de suas idéias de poder, e do outro lado, aquele sem poder de decisão. E contra ambos defendem-se esses que, com razão, são críticos à PNL. Já a idéia de que alguém poderia conduzir e até mesmo programar um outro através de conhecimentos secretos em determinada direção, eles vivenciam isso como interdição de sua pessoa ou como um quadro humano mecanicista.

O que você acha disso: A forma de comunicação apresentada sobre adaptação e condução, funciona somente, se ambos os parceiros estão de acordo conscientemente ou inconscientemente. Não é possível ?fazer Rapport? com alguém, se ele não o quer. A idéia de podermos tirar conclusões através de indicações de acesso externo, como movimentos dos olhos ou a escolha de palavras, sobre a experiência interna de uma pessoa é falsa. A idéia de poder criar uma âncora em alguém e através do disparo da âncora, poder conduzi-lo a um determinado estado, é falsa.

Com isso eu quero dizer que, embora tudo isso seja possível, não dá para generalizar e na verdade só é útil e utilizável em determinadas constelações de relacionamento. É preciso um acordo entre os parceiros nesse modo de trabalhar e trocar informações. Se isso não fosse necessário, teriam as estratégias de propaganda do mundo nos conduzido há muito tempo para onde eles gostariam de nos ter. O conduzido precisa estar pronto para se deixar conduzir de determinada maneira, a fim de dar informações ao parceiro e aceitar âncora como sinais combinados para uma mudança do mundo interior. Mas, se todos esses acordos existem, assim como, se ambos falassem a mesma língua, a auréola do poder secreto desmorona. E pessoas não são portadoras de reflexos programáveis, conforme a arte dos cachorrinhos de Pavlov (e também esses não eram, porém sabiam, como programar seu dono, para que esse os amasse e os tratassem bem).

Relações sinergéticas vivas são então possíveis apenas, quando os participantes se dão uns com os outros de igual a igual, assim que cada um possa dar sua parte e ambos se complementam. Relações nas quais há dependência, poder, submissão, abdicam dessas vantagens - pois na verdade conduz apenas de um lado e o outro corre junto. É como enxergar com um olho. O potencial de recursos de uma relação de dependência é unidimensional.

 

A mudança para DPNL

Mais parceiros, menos homens de ação, poderia indicar a primeira mudança: eu posso convidar o outro para fazer bons contatos e relacionamentos, mas eu não posso fazer Rapport.

De que jeito a relação então é formada, isso nós ambos determinamos. Quem conduz quem, quem segue, como nós nos comunicamos, o que nós vivenciamos, como organizamos nossos pensamentos e experiências?

O criador de processo neurolingüístico, abreviado ?CPNL?, é apenas um ser humano e ele(a) mesmo(a). Não é necessário adaptar-se exatamente à posição corporal, linguagem e gestos do parceiro. Como devem se encontrar duas pessoas de verdade, se uma delas só copia a outra. O conceito de adaptação é completado pelo conceito de ? se complementar conjuntamente?. E quem conduz quem para onde? Nesse ponto ajuda perguntar abertamente:

O que te faz bem agora? Como eu posso te apoiar? O que podemos fazer melhor juntos do que cada um sozinho? Quem aprende o quê de quem?

E âncora? - São sinais combinados a fim de retornar para uma ou outra experiência. Nada de mágica, nenhuma força secreta.

E calibrar? Como seria então primeiramente com perguntas? E no caso de bom contato, podemos até mesmo perguntar ao inconsciente.

Mas para onde deve ser a viagem? Um programa pronto ou ir tateando passo a passo?

Um produto confeccionado ou um terno sob medida?

O que o CPNL consegue bem, é apresentar as ofertas. Ele conhece muitas possibilidades de escolha, mas ele não tem segurança do que o cliente precisa. Portanto, ele oferece e recebe resposta, se com palavras ou com sinais não verbais. Sim, melhor Feedback constante, e permanecer em sintonização contínua. E frequentemente o cliente ou clientes têm à mão as melhores possibilidades de escolha. Melhor do que as no formato da PNL.

Cada processo e cada encontro torna-se muito interessante e único. Existe muita troca entre o CPNL e o cliente. As sensações e experiências do CPNL podem também afluir, são informações importantes, para criar possibilidades. O CPNL pode ele mesmo guiar sua atenção em diversas direções, não estando ocupado constantemente em conduzir o cliente e reagir a ele. Ele pode se anular e escutar sua intuição, ele pode fazer fontes e recursos interiores se tornarem acessíveis, ele pode brigar com o cliente ou presenteá-lo com alguma coisa. Consideração e Apreciação, por exemplo, ou compaixão. Talvez se mostre que estas são as fontes para as mudanças seguintes. E o CPNL pode atuar também como usuário clássico de PNL, isso é também uma das possibilidades de escolha.

Resumamos: De ?Fazer Rapport? torna-se ?Convite para entrar na relação?, de ?Adaptar e Conduzir? torna-se ?Complementar e Acompanhar?. Do ?Poder? para ?Parceria?. De ?Âncoras? para ?combinar Sinais?, de ?Calibrar? para ?Perguntar e Reagir um sobre o outro?, de ?Programar? para ?Desenvolvimento do Processo?. E assim nasce uma relação verdadeira, de onde crescem recursos - e ambos dão a sua parte, para que alguma coisa possa se desenvolver. O CPNL não é algo neutro, mas sim um ser vivo, que se deixa tocar, tem suas experiências e intuições, que tem algo para dar e para receber - e tudo isso ele apresenta - como oportunidades, a fim de possibilitar um processo de desenvolvimento.

Objetivos podem ajudar, mas seguramente não sempre. Especialmente se eles são um produto da mente, que conduziu ao problema, eles pertencem frequentemente mais ao problema do que ao caminho para a solução.

Por isso, na verdade, apenas é importante para o CPNL conhecer o próximo passo. Às vezes, o próximo passo é casualmente o achar de um objetivo. Ou a experiência de um milagre.

 

Métodos e Mudanças
 

O Modelo clássico

A intenção original da PNL era modelar pessoas com aptidões especiais, isso significa, descobrir o que elas fazem bem e o que elas vivenciam internamente, no momento quando elas utilizam essas aptidões. Muitos métodos e modelos interessantes surgiram dessa forma, onde não apenas indivíduos, mas sim, conceitos de várias escolas terapêuticas foram incluídos também, por exemplo…

Da hipnoterapia e o trabalho de Milton Erickson

·    Os modelos de linguagem de Milton Erickson

·    O princípio de adaptar e conduzir

·    A Ressignificação

·    A comunicação com o inconsciente

·    Trabalho com integração

Da terapia familiar de Virginia Satir

·    O princípio da intenção positiva, respectivamente do significado dos sintomas no sistema

·    A troca de posições perceptuais

·    O trabalho com tipos de personalidade

Da Gestalt terapia de Fritz Perl

·    Expressão e integração de experiências

·    Integração das partes

·    Troca de recursos

·    Conclusão e processamento de experiências antigas

Da terapia comportamental

·    O conceito de âncoras

·    A idéia de programação

·    Modelagem e Estratégias

Do Construtivismo e a Teoria do Reconhecimento

·    ?O mapa não é território?

·    Soluções através da mudança do mapa

·    A Visão da Utilidade em vez da Verdade

Da Comunicação e Lingüística

·    O conceito dos Níveis neurológicos conforme Gregory Bateson

·    O Conceito de treinamento da Neurolingüística conforme Korzybsky

·    Metamodelos da Gramática Transformacional de Chomsky

Da Teoria dos Sistemas

·    Método-Contraste

·    Modelo T.O.T.E.

·    Modelo SCORE

·    Modelo SoaR

Outros conceitos foram um resultado de Observações na utilização da PNL

·    A possibilidade de modificar as representações sensoriais (Trabalho de Submodalidades)

·    Modelo de Percepção e Comportamento, como metaprogramas

Diversos modelos foram derivados - especialmente por Robert Dilts - das descrições do trabalho e do procedimento de personalidades conhecidas, como Walt Disney, Albert Einstein, Moshe Feldenkrais, Jesus de Nazaré e outros.

Isso foi apenas um pequeno aspecto. No meu artigo ?A árvore da PNL? e no meus livros, eu fiz uma apresentação detalhada dos principais métodos da PNL. E agora coloca-se as seguintes perguntas:

1. Continua a PNL um campo de pesquisa, que se ocupa em extrair modelos e a desenvolver modelos já existentes? Ou serve puramente à transmissão e comercialização dos modelos existentes?

2. O modo, como a PNL foi modelada, é suficiente para extrair uma essência aproveitável da aptidão desejada e pode ser passada para frente? São, portanto, os modelos que surgiram utilizáveis e suficientes?

3. Quando e qual modelo, em qual contexto será empregado o mais razoavelmente, assim que realmente traz benefícios? E de que forma isso dá bons resultados com os formatos fixos?

4. Quando é útil entender totalmente as aptidões e estruturas de outros? Quando depende de encontrar uma forma única e individual de desenvolvimento?

E aqui algumas respostas da minha própria experiência, a esses pontos:

1. O processo de modelagem, do contínuo desenvolvimento e da Reforma do já existente parece ser sucumbido a favor do emprego e comercialização dos conceitos desenvolvidos. Um papel lamentável desempenhou neste sentido o esforço das associações com suas normas de formação, nas quais a divulgação de conceitos imperfeitos e mecanicistas foi elevado quase que a Standard, a favor de uma fictícia segurança de qualidade. Mas a qualidade dos modelos e o contínuo desenvolvimento do processo de modelagem não pôde ganhar nenhuma prioridade. Naturalmente existem exceções, como Lucas Derks e ainda como Robert Dilts, mas o criador mesmo, há poucos.

2. Aqui se separam os intelectuais. A sentença foi dita por Milton Erickson: ?Os Penelistas afirmaram ter resumido todo o meu conhecimento em uma casca de noz. Mas tudo o que eles receberam é a casca de noz.? Os modelos, os quais foram abrangidos, reproduzem com certeza aspectos da capacidade desejada, mas são esses os modelos relevantes? Uma seqüência de representações sensoriais é bom, mas o que ela afirma sobre o círculo de relacionamentos, a troca, as experiências anteriores, os valores e a convicções de uma pessoa? Robert Dilts conseguiu aqui com a apresentação dos níveis neurológicos um importante avanço. Mas também essa apresentação omite a filiação social e concentra-se na personalidade individual. Mas muitos modelos relevantes têm fortes componentes sociais, que deverão ser abrangidos.

3. O usuário de PNL tem uma coleção de modelos e formatos. Qual convém agora? Dados? Perguntar ao cliente? Como seria bem melhor, ter em mãos uma coleção de possibilidades de escolhas mais simples e mais fácil de compreender, da qual o cliente pode escolher. Métodos e formatos de tangentes iguais, os quais seriam aplicados ao mundo curvo e sinuoso do cliente. Eles servem, portanto, apenas por um tempo limitado, então vem outra coisa. E sempre trata-se do balanço entre o único, individual e o estereotipo pré-fabricado. A solução está em possibilidades de escolhas - quando o espectro todo está disponível, estará também junto disso o que convém individualmente. Apesar da abundância das técnicas da PNL, manifesta-se a escolha, mas, todavia frequentemente muito unilateral e estereotipada.

4. Quem segue um modelo antigo, está sempre um pouco desligado do presente. Um jogador de futebol pode tentar jogar como Ronaldinho, mas tornar-se uma personalidade como Ronaldinho, seria bom se ele aprendesse a achar sua própria originalidade, e aprendesse a se desenvolver. Seguir um modelo, pode portanto, nos desviar do nosso próprio desenvolvimento. É muito melhor jogar com Ronaldinho, encontrá-lo, relacionar-se com ele e fazer um intercâmbio. Isso é um aprendizado vivo no aqui e no agora, isso significa, nos contextos, os quais fazem sentido. Infelizmente muitos modelos de PNL não são mais de primeira mão, não há nenhuma relação pessoal com o modelador, e a pergunta se isso se ajusta, o que hoje para essas pessoas é necessário com o que junto de outras pessoas antigamente acontecia, permanece em aberto. A vida, como o jogo de futebol, modifica-se a cada segundo e quem utiliza apenas modelos de outras situações de jogo, perde a bola no presente. Importante é fazer um balanço da originalidade no aqui e agora e dos modelos disponíveis de outros tempos.

 

Desenvolvimentos na PNL

O que se investigou na PNL e foi desenvolvido, está à nossa disposição como um tesouro de possibilidades de escolha e de ofertas. Às vezes não é fácil encontrar a escolha certa e, por vezes, oferece formatos de mudança completos, que apenas em partes serve no caso de aplicação.

Observamos os formatos:

O aprendizado de modelos de comunicação iguala-se ao aprendizado de uma língua. Formatos prontos são como frases aprendidas decoradas dentro da língua. Isso pode ser, entretanto, conveniente para o processo de aprendizado, mas não garante nenhuma flexibilidade na capacidade de entendimento. Por isso a longo prazo é útil, repartir os formatos em pequenas unidades, para desenvolver daí um sistema de elemento que pode ser adaptado muito individualmente à situação de um cliente.

Alguns passos poderiam ser……

·    A pergunta pela boa intenção ou pelo contexto apropriado

·    A troca de uma posição de percepção

·    A integração de experiências

·    O movimento no trajeto da vida, na linha do tempo

·    As experiências dos diversos níveis lógicos

·    A condução no relaxamento

·    As perguntas pelo que está atrás do já vivido

·    A comparação de experiências

·    A apresentação espacial das relações

·    O desenvolvimento de metáforas

·    A comunicação com o interior

E o que fazem os diversos usuários com essa abundância de métodos e de possibilidades de intervenção? A diferença é tão grande como o estilo de música entre tecno, samba e clássica.

Importantes criadores da PNL são críticos com o que a PNL produziu e como isso aplicado. John Grinder e Judith de Lozier lamentaram no livro deles ?Turtles all the way down?, o princípio racional-técnico na utilização da PNL, à qual falta intuição, competência inconsciente e sabedoria. E John Grinder implantou o ?Novo Código - PNL?, uma retrospectiva engajada sobre o nosso potencial de soluções inconscientes.

Robert Dilts se ocupou com os temas como espiritualidade, apresentou o modelo dos níveis neurológicos na PNL e criou um modelo generalizado para o conjunto dos métodos, sua ?Unified Field Theorie?, no qual o aprendiz se move do ?espaço problema? para o ?espaço solução?. Ele dá o nome ao seu trabalho de ?PNL generativa?.

Para mim, Robert Dilts foi quem possibilitou um trabalho livre com os elementos individuais da PNL em um ambiente maior, orientador de desenvolvimento.

Abriu-se uma porta, à qual outras portas se seguiram. Infelizmente não se impôs o princípio de Dilts na amplitude da área da PNL, os formatos ?velhos? eram mais confortáveis e menos exigentes de pesquisa individual do mundo do cliente. De modo interessante realizou-se o princípio do livre movimento do espaço problema para o espaço solução no trabalho com constelações sistêmicas em mais alta proporção do que na PNL.

Ao mesmo tempo na PNL, Richard Bandler estava ocupado em conduzir o processo contra os seus parceiros pelos direitos da PNL e em propagar técnicas que deveriam rapidamente deixar sentir um máximo em grandeza, sorte e poder, se ecológicas ou não. A dependência de drogas com seus piores efeitos se mostrou como a conseqüência lógica dessa idéia de valores. (Há um artigo em nosso site alemão sobre a discussão com Richard Bandler).

Tudo isso aconteceu paralelamente. A isso veio uma multidão mundial de usuários, Trainers, institutos, os quais apresentam esse ou outro lado da PNL em primeiro plano, deixando-se oscilar a imagem pública da PNL entre melagomania, santidade, tecnocratismo ou redicularidade. Muito em prejuízo de muitos usuários sérios e engajados.

Elementos e fragmentos da PNL tornaram-se cada vez mais socialmente públicos, afluiu em diversos setores da vida, são utilizados na publicidade, em campanha eleitoral, nas negociações, na administração, na pedagogia e na terapia, enquanto seus usuários não querem ter frequentemente nada a ver com a PNL. Quanto pior foi a chamada da PNL, mais lucrativo foi, levando seu conteúdo com um outro nome até agora em regiões inexploradas.

E agora? Se há ferramentas úteis, e uma pessoa faz com elas coisas valiosas, enquanto outras pessoas causam danos com elas, isso depende evidentemente de um grande conceito, em que uma aplicação faz sentido ou não. Isso pode ser também um conceito ético. Robert Dilts fez muito para esse tipo de desenvolvimento e o que ele realizou, é uma base valiosa.

 

O caminho para DPNL

O desenvolvimento continuou. Pensamento e ação sistemática obteve sucessivamente um lugar na consciência da sociedade. A terapia sistêmica e as constelações sistêmicas nos fez mais cuidadosos com os modelos que atuam entre as pessoas; a neurologia e a pesquisa do cérebro duplicaram em poucos anos seus conhecimentos. A mentalidade do super homem americano não é mais considerada desejável por todos.

Isso nós encontramos:

·    PNL oferece uma seleção de possibilidades de escolhas valiosas

·    Quando nós escolhemos as corretas, ela fazem bem

·    Faltam algumas importantes possibilidades

·    Algumas são aqui e ali justamente as falsas

·    Muitos formatos são inflexíveis demais, apenas uma parte deles serve

·    Existem modelos para um sistema unificador

Cada formato PNL examina e trata de determinados aspectos da vida e da experiência. Quando temos sorte, são esses que são eficientes. Mas: em especial aspectos que têm a ver com relacionamentos sociais, são considerados poucos até agora na PNL. A pessoa fica em primeiro plano como se passasse tudo apenas com ela e viesse dela e seria dentro dela ?reparada?.

Em um sistema aberto, como na vida, existem muitos fatores, que atuam um sobre o outro, e forma um todo, no qual um está relacionado com o outro. Trata-se, portanto, relacionar o tema do cliente com o contexto, desenvolvê-lo e investigar os fatores de influência. Frequentemente, mostra-se que se trata do sistema social, de relacionamentos com pessoas, também com alguns que nós já tínhamos esquecido.

Quais aspectos, componentes e envolvidos fazem parte disso? Que relações têm? Como poderíamos mudar o círculo vicioso em círculo positivo? Onde pode começar a mudança?

Seguem alguns exemplos para componentes do mundo de experiência. Nós não precisamos naturalmente divulgar todos de uma só vez. Esses são exemplos de possibilidades de escolhas, que estão à disposição do criador do processo e do cliente no decorrer do trabalho deles e alguns eles sondam. Soluções se encontram frequentemente logo depois do primeiro passo.

·    Quais experiências poderiam ser relevantes e convenientes?
o Aquelas do presente, passado, futuro
o Experiências desejadas

·    Necessidades, desejos

·    Objetivos, visões

·    Recursos - experiências
o Experiências indesejadas

·    Receios
o Experiências construídas

·    Maravilhas - imaginações

·    Construção ?como se?
o Experiências nos níveis lógicos
o Experiências próprias ou experiências de outros
o Experiências conscientes ou inconscientes
o Fisiologia corporal, sistema energético

·    E quais envolvidos e relacionamentos poderiam fazer um papel importante?
o O próprio eu e seus componentes de personalidade

·    Consciente e inconsciente

·    O eu mais novo, o eu superior
o Criador do processo, Coach - o sistema que atua
o Sistema social do presente
o Família e gerações
o O não percebido ou esquecido
o Arquétipos e fontes de recursos
o Instâncias espirituais

Com isso torna-se interessante: Qual relacionamento, qual troca existe entre esses componentes do mundo de experiências e como ela poderá ser formada em prol do sistema?

·    Percepção ou Omissão?

·    Proximidade ou distância?

·    Assumir padrões de terceiros?

·    Dar significado, negação ou estima?

·    Expressão, mensagens ou silêncio?

·    Entendimento ou desentendimento?

·    Funções e papéis próprios ou impróprios?

·    Empatia ou Indiferença?

·    Troca: dar e receber?

·    Possibilidade de comparação e complemento mútuo?

·    Aprender e mudar?

·    Integração?

De um sistema tão desenvolvido torna-se claro, quais elementos são convenientes e em que lugar eles poderiam contribuir para uma boa solução.

Desse modo, inicia-se também um novo nível de modelagem. Os modelos até hoje talvez consideravam apenas parte dos aspectos e omitiam o essencial. O que é o outro lado da casca de noz, qual papel faz a árvore, qual o interior, como ambos se relacionam? Como Milton Erickson pode desenvolver sua força e suas capacidades? Quais relacionamentos e quais experiências fazem partem disso? Mais genericamente: Como as pessoas criaram problemas umas com as outras, ou como resolveram e talvez como encontraram a felicidade delas? E o que isso tinha a ver com os relacionamentos delas, com o amor que receberam e deram, com os erros que fizeram, com a espiritualidade que elas sentiram. Viver não é apenas uma coleção de componentes sensoriais, mas sim um processo de integração. Categorias superiores, como a formação de sua filiação, não se deixa descrever com princípios mecanicistas de níveis subordinados. Mas sim com os princípios para a formação de meta-sistemas ou modelos, como a espiral dinâmica.

Os níveis neurológicos de Robert Dilts é uns dos poucos modelos da PNL, que dá espaço ao processo de integração das experiências e do desenvolvimento de novos níveis de consciência. De modo interessante, isso foi rejeitado por ?puros? Penelistas, porque os relacionamentos entre os níveis não são mais mecânicos-lógicos para definir. Mas no entendimento sistêmico são pulos qualitativos, a formação de instâncias integradoras e a inter-relação ?ilógica? entre essas instâncias já evidentes. Há anos eu completei o modelo dos níveis neurológicos com o nível faltante da filiação social. Nesse nível trabalha muitas das propostas de soluções do DPNL.

Quando nós entendemos o tema do cliente como parte de um sistema com muitos fatores de influência, componentes e eventuais pessoas participantes, faz naturalmente sentido, incluir princípios de soluções de cada escola e métodos que se ocupam com sistemas. A isso pertence a terapia sistêmica, o princípio de focar na solução conforme Steve de Shazer, o mundo das constelações sistêmicas e a teoria sistêmica, como ela por exemplo é apresentada na 5? disciplina da organização do processo de aprendizagem. Assim, como a PNL é um convidado que aprende na Gestalt terapia, lingüística, terapia familiar e hipnoterapia, o CPNL vai ver os modernos processos de trabalho de mudança sistêmica. É aprendido de outros métodos e escolas, necessita às vezes também de uma discussão construtiva com o que aconteceu lá. Isso faz parte da declaração aberta ao trabalho de Bert Hellinger em nossa Website.

Complementando os modelos da PNL de até então, entram por exemplo importantes possibilidades de escolhas da constelação sistêmica, mas essa, em uma forma modificada e como uma das possibilidades de escolha. Isso é possível, também, sem que precise ser trabalhado com o representante humano. Além disso a possibilidade existente de trabalhar com âncoras no chão é complementada através do trabalho com figuras, do qual eu desenvolvi o diálogo de sistema. Assim se deixa representar e ampliar de modo realista o mundo relevante de experiências de uma pessoa.

Com isso, se apresentam em primeiro plano as opções de mudança que na PNL quase não foram pesquisadas. No campo visual pode ser utilizado:

·    A percepção e o esclarecimento dos relacionamentos

·    O esclarecimento e a reconstituição da filiação

·    Sentir valorização, apreciação e compaixão

·    A devolução de modelos e culpas assumidos

·    O esclarecimento de sucessão e identificação

·    A resolução do papel de pai e arrogância

·    A conclusão de relacionamentos interrompidos

·    A inclusão de temas e pessoas omitidas

·    O esclarecimento de misturas e projeções

·    O esclarecimento de precedência e ordens

·    O equilíbrio de dar e receber

·    A autorização sistêmica para se modificar

·    O esclarecimento de culpa e prejuízo

·    A colocação livre do acesso para recursos e outros

Somente quando a própria filiação e os relacionamentos sociais estão esclarecidos, a personalidade pode desenvolver-se livre. Enquanto alguém carrega o peso de outro sobre os seus ombros e não pôde desenvolver uma própria identidade, ele não pode se dar a si mesmo os recursos necessários e nem também aos outros, como isso é previsto no Reimprinting. Métodos como trabalho da linha do tempo, Reimprinting ou o trabalho com as posições percepcionais podem desenvolver portanto através desses modelos e das possibilidades de intervenção, sua ação completa. Elas não correm mais perigo de passar pelo resultado verdadeiro, bem como aumentar ou reprimir o problema. O trabalho com emoções ganha uma nova qualidade. Elas transformam-se em conselheiros e em mensagens curativas e encontra o lugar, onde elas fazem efeito.

Os recursos nós não consideramos primários como um produto pré-fabricado em nosso interior, mas sim, como algo que sempre surge novamente através de trocas, de relacionamentos e experiências. Eles atuam em nós, entre nós, à nossa volta. Eles se parecem com fontes, das quais nós bebemos, mas que precisamos limpar frequentemente das experiências de vida limitadoras.

Desse modo se evolui continuadamente o menu de mudança do DPNL. Com isso se mostra que cada criador de processos pode realizar especialmente bem, essa ou cada possibilidade de escolhas do menu. O DPNL promove a individualidade e a força pessoal do criador de processos.

Em todos permanece a igualdade e a liberdade do cliente, um princípio importante.

Um relacionamento profundo e igual entre o criador de processo e o cliente, possibilita que ambos encontrem o acesso para a competência inconsciente dos dois. Isso significa que torna-se possível filtrar, através de algo que eu chamo de ?comunicação profunda?, o próximo passo optimal para o sistema inteiro de uma fonte de possibilidades oferecidas de escolhas. Esse processo ultrapassa a clássica calibração da reação do cliente e pressupõe uma sensibilidade especial por parte do criador do processo, para si mesmo, para o parceiro e para o relacionamento.

O criador do processo abre opções. O sistema se desenvolve. O cliente escolhe consciente e inconsciente. Ambos dão forma conjuntamente ao processo individual.

O desejo do Desenvolvimento de Processos Neurológicos não é alcançar rapidamente um objetivo, mas sim encontrar uma solução. Uma solução é uma constelação, na qual os interesses da vida cooperam bem.

 

Resumo

Muitos métodos e elementos da PNL encontram-se novamente no DPNL, mas organizados de maneira diferente e colocados no quadro panorâmico do respectivo sistema atuante.

O DPNL desenvolve outras idéias de comunicação e relacionamento, de mudança e aprendizado e acentua metodicamente o trabalho contínuo com possibilidades de escolhas no lugar de formatos já prontos. O sistema interior do cliente, que é relevante para o crescimento, está sendo desenvolvido e dirigido a soluções.

O DPNL é uma forma especial e sistêmica de entender, completar e utilizar a PNL.

 

Fonte: http://www.metaforum.com/portugues/recursos_e_midias/recursos_de_pnl/dpnl_a_continuicao_da_pnl.php

Por INAp em 10/05/09 às 21:41 | GERAL

Mãe âncora de amor!

 

PARABÉNS A TODAS AS MÃES!